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Vivo para qualquer migalha de atenção que queira conceder-me.

Metade dos usuários do Facebook já excluiu alguém por "chatice"

Atualizações de status desnecessárias, curtir inúmeras páginas, compartilhamento de artigos tolos. Essas são algumas das ações que levam um usuário a excluir um outro no Facebook.
De acordo com uma pesquisa feita pelo site MyVoucherCodes, 46% dos usuários britânicos da rede social já excluíram um contato porque estavam cansados de suas ações na rede social.
Outros 50% afirmaram que já cancelaram a assinatura de um amigo pelo mesmo motivo. Entre esses, o interesse em ainda visitar o perfil da outra pessoa foi o principal motivo para a não exclusão.
"Muitos usuários consideram aborrecedor o fato de ver o avatar da mesma pessoa dizendo algo toda vez que acessam a rede social”, afirmou o presidente do MyVouchersCode, Mark Pearson ao jornal Daily Telegraph. “É preciso saber usar o serviço com moderação”, completou.
Desde setembro do ano passado, o Facebook permite aos seus usuários seguir as atualizações de um contato sem adicioná-lo ou fazer o caminha inverso, cancelando a assinatura de um amigo.
O Reino Unido é o sexto país em número de usuários no Facebook, com cerca de 31 milhões. A pesquisa entrevistou 1.750 pessoas.

Segurança :Temendo ataque, Facebook pede celular a usuários


O Facebook está pedindo o número de celular de cada um de seus 900 milhões de usuários com o objetivo de aumentar a segurança na rede. O movimento é uma resposta aos recentes ataques crackers que vazaram na internet senhas do LinkedIn e eHarmony.
Milhões de usuários do Facebook têm visto um link na parte superior da página onde são exibidos os feeds de notícias com a seguinte mensagem: "Simples dicas de segurança". Ao clicar, o cadastrado é levado para uma seção segura, onde tem acesso a um tutorial que ensina a identificar uma fraude. Ali, deve inserir o número de celular, caso seja necessário recuperar uma senha de acesso ao perfil.
De acordo com a rede social, esse é um procedimento seguro, já que permite ao sistema enviar mensagens SMS ao celular do usuário em caso de mudança de senha. Ainda segundo o Facebook, o método é mais efetivo, já que as notificações via e-mail muitas vezes vão parar nas pastas de spam ou lixeiras. A expectativa da companhia é checar e solicitar o dado adicional para toda a base nos próximos dias.
Falha na segurança - O LinkedIn, rede social profissional, admitiu ter sido invadido por crackers no último dia 6. Entre os 161 milhões de usuários, ao menos 6,5 milhões tiveram suas senhas divulgadas no site InsidePro.com.
Já o eHarmony, site de relacionamento americano, afirmou no começo deste mês ter sido hackeado. Dos 20 milhões de cadastrados no serviço, 1,5 milhão de pessoas tiveram suas senhas vazadas na rede.

Infográfico: como seria o mundo sem a internet?


Infográfico revela números que mostram a importância da web para as nossas vidas profissionais e sociais

Muita gente que acredita no fim do mundo o enxerga com inúmeras possibilidades: desastres naturais, meteoros gigantes vindos do espaço, apocalipse zumbi, enfim. Contudo, para outras pessoas, esse fim não está relacionado a extinção da humanidade e sim o fim de uma ferramenta simples, mas muito poderosa: a internet.

Pare e pense: como seria o mundo que vivemos sem a existência da web? É possível, hoje, não acessar o Twitter ou Facebook, fazer pesquisas sem o Google ou ver vídeos fora do YouTube? As escolhas são muitas e todas de difícil decisão. Para dar um panorama de como seriam nossas vidas sem a internet, o site Online Education desenvolveu um infográfico que poderia ser considerado o pesadelo para os viciados na net.

Crescimento

Desde 2002, o número de usuários da internet quadruplicou e chegou a 2,3 bilhões de pessoas em todo o planeta. "A internet possibilitou que pudéssemos nos conectar virtualmente com qualquer pessoa e nos deu uma quantidade infinita de informações", diz o gráfico. O poder da web é tanto que já existem 550 milhões de websites, sendo que, desses 550, 300 milhões foram criados só no ano passado.

Fim das notícias livres

A Encyclopedia Britannica, que recentemente anunciou a paralisação de sua versão impressa, custaria US$ 1.200 para ser adquirida por cada usuário. Pagar por correspondências ao invés de mandar emails custaria US$ 6,3 trilhões, 80 vezes o valor necessário para manter os serviços da web ativos.

Quanto ao conteúdo, as notícias seriam limitadas e difícieis de se encontrar em diferentes veículos, pois, se não houvesse a web, os únicos disponíveis seriam os jornais, revistas e TVs, que não permitem consultas livres de informações. Hoje, 65% das pessoas procuram notícias online por conta própria.

Redes sociais, nunca mais

Sem a internet, o Facebook não teria ajudado a criar 450 mil empregos nos Estados Unidos e qualquer profissão relacionada à web também não existiria.

A importância é tanta que os países seriam muito mais independentes uns dos outros sem a web, o que causaria um grande colapso mundial, tanto financeiro quanto social. Atualmente, a internet contribui com US$ 2,3 trilhões para as nações do G-20. E algumas nações que sofriam com a ditadura puderam se libertar com a ajuda da web. Na "primavera árabe", 90 mil habitantes do Egito organizaram uma revolução pelo Twitter e, 18 dias depois, provocaram o fim de uma ditadura de 30 anos.



4% dos usuários do Tumblr publicam conteúdo pornô


São Paulo - Cerca de 4% dos usuários do Tumblr publicam conteúdo erótico. O dado foi repassado pelo fundador e CEO da empresa, David Karp, durante a conferência F.ounders, realizada em Nova York na semana passada.
O Tumblr não proíbe o compartilhamento de conteúdo erótico. Em seus termos de serviço, a empresa oferece apenas uma opção que permite aos usuários classificar suas páginas como não seguras para o ambiente de trabalho.
Atualmente, o Tumblr responde na Justiça uma ação da empresa de conteúdo erótico Perfect 10 por compartilhamento indevido de suas imagens.
Na ação, a empresa pede que o Tumblr pague 5 milhões de dólares em indenizações por “upload desenfreado, exibição e distribuição de fotografias protegidas por direitos autorais”.
Karp também aproveitou a aparição para anunciar o lançamento, para esta semana, de uma nova versão do app do Tumblr para usuários de iOS. Segundo ele, a empresa estuda formas de introduzir publicidade no app.
No último ano, o Tumblr saltou de 8,4 mi para 21,8 mi de usuários únicos nos Estados Unidos (crescimento de 159%), segundo números da comScore. No Brasil, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o serviço.

YouTube estuda cobrar assinatura por canais a cabo


São Paulo – O YouTube estuda novas parcerias com canais a cabo a fim de disponibilizar o conteúdo deles online.
O objetivo seria ampliar o alcance de canais de baixa audiência, gerando receita para ambos de forma independente em relação às operadoras. Dessa forma, os canais seriam disponibilizados para assinantes online.
"É algo significativo para diversos criadores de conteúdo. Por isso, estamos estudando a possibilidade e elaborando modelos para essas parcerias”, afirmou o vice-presidente do Google para vídeos, Salar Kamangar, à agência Reuters.
Já consolidado com como um hub para distribuição de vídeos independentes, o YouTube tem procurado parcerias para estimular a publicação de conteúdo profissional.
Em outubro do ano passado, o Google anunciou que repassaria cerca de 100 milhões de dólares para equipar canais independentes parceiros do site.
Diariamente, mais de 4 bilhões de vídeos são assistidos no YouTube. Segundo o Google, a cada minuto, 60 horas de imagens são carregadas no site.
De acordo com uma pesquisa da Allot Communications, o YouTube é responsável por 52% do tráfego total de vídeos da web.


Facebook testará anúncios baseados na localização do usuário.

Rede social vem estudando novos modelos de publicidade desde que lançou suas ações na bolsa

Desde que lançou suas ações na bolsa de tecnologia Nasdaq, o Facebook parece estudar um modelo de capitalização por dia. Desta vez, a companhia anunciou que começará a testar um modelo de publicidade baseado na localização dos usuários que acessam a rede social por smartphones ou tablets.

De acordo com a vice-presidente de marketing da empresa, Carolyn Everson, a procura por propagandas destinadas especificamente aos usuários móveis foi enorme. Desde o começo do mês de junho, a rede social vem oferecendo inserções publicitárias que só são visualizadas por quem acessa o site na versão mobile. "Estamos testando uma série de produtos com esse princípio nos últimos meses", revelou Everson em entrevista ao site da rede Bloomberg.

Com o novo sistema, seria possível que o Facebook alertasse seus usuários – com notificações por Push, por exemplo – quando eles passarem por um bar ou restaurente que possa lhes interessar. A ideia é que o serviço seja opcional.

Segundo a reportagem, o Facebook mostrou o novo modelo funcionaria em uma reunião com diversas agências de publicidade e acionistas, em abril. A matéria não revela de que forma os anúncios seriam inseridos na linha de atualizações dos usuários da rede social ou quando ele entrará no ar.

Robô realiza cirurgia cerebral na Alemanha


A Mazor Robotics criou um robô com capacidade de realizar cirurgias cerebrais. E o primeiro procedimento realizado com o auxílio da máquina aconteceu nesta semana em um hospital da cidade de Wiesbaden, na Alemanha. O robô foi guiado por médicos do hospital durante as operações, que foram consideradas um sucesso.
O modelo da Mazor Robotics funciona como um longo braço, capaz de realizar movimentos muito mais precisos do que uma mão de um médico, embora, em última análise, o controle do autômato ainda seja humano. O modelo testado com sucesso na Alemanha foi desenvolvido a partir de robôs já existentes da Mazor, destinados a operações de coluna. O uso de braços robóticos em operações que interfiram com o sistema nervoso é fundamental, dado o alto risco de danos irreversíveis no cérebro e nas terminações nervosas, em caso de erros.
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Segundo a Mazor, o produto pode realizar biópsias, posicionamento de eletrodos para estímulo neurológico e cirurgias de perfil mais invasivo. O CEO da empresa, Ori Hadomi, declarou que “embora nosso principal foco seja cirurgia de coluna vertebral, estamos empolgados por nossa tecnologia poder ser expandida para outros procedimentos cirúrgicos”.
A supervisão de cirurgiões é necessária para monitoramento da cirurgia e para que novos dados sobre o comportamento do robô sejam colhidos. Essas informações, no futuro, serão utilizadas para que novos cirurgiões e hospitais sejam introduzidos para o controle da ferramenta. Há, também questões legais envolvidas, uma vez que procedimentos desta natureza precisam de regulamentação para serem implementados. Países da União Europeia e os Estados Unidos já estudam a regulamentação deste tipo de tecnologia para as neurocirurgias.





Facebook terá anúncios baseados em histórico de usuários na web

São Paulo - Cada vez que um usuário curte uma banda, um filme, uma marca ou serviço noFacebook, o site usa essa informação para adequar os anúncios que exibe à personalidade e ao comportamento desse usuário. Agora, a companhia quer impactar consumidores com base em seu comportamento em qualquer lugar da internet. A ideia é segmentar mais ainda os anúncios exibidos na rede social.
Isso será feito pelo Facebook Exchange, anunciado hoje, que permitirá que os anunciantes possam atingir tipos específicos de usuários com base no seu histórico de navegação - os cookies -, em tempo real.
Até agora, a publicidade do Facebook era orientada com base nos interesses dos usuários dentro da rede social e não tinha com o histórico fora do site.
"Um site de viagens pode estar interessado em impactar uma pessoa que procurou por um vôo, mas acabou não concluindo a compra. Com o Facebook Exchange, esse site de viagens poderá mostrar à pessoa um anúncio relacionado a viagens no Facebook", exemplificou o site em um comunicado oficial.
"Isso significa que os anunciantes poderão entregar publicidade mais relevante em tempo hábil em uma escala nunca antes possível", completou.
Os computadores já "memorizam" o histórico de navegação dos usuários de internet por meio dos cookies. Pelo novo programa, o Facebook monitorará cookies em sites de terceiros. Após isso, os anúncios que aparecerem para o usuário estarão relacionados àquele determinado cookie.
De acordo com o site, como o Exchange é ativado por meio dos cookies, os usuários terão a possibilidade de desabilitar a opção, se não quiserem ser impactados pelos anúncios gerados pelo programa.
"Nós não compartilhamos quaisquer dados do usuário com os anunciantes", esclareceu o site, "e as pessoas ainda terão o mesmo controle sobre os anúncios que vêem hoje no Facebook".
O Facebook Exchange exibirá apenas banners - aquelas pequenas caixas com texto e foto na lateral direita das páginas - e não se estende a histórias patrocinadas - as sponsored stories - ou anúncios premium.

Indonésia prende ateu por posts ofensivos no Facebook

São Paulo – Um homem foi condenado a 2 anos e meio de prisão na Indonésia depois de publicar mensagens consideradas ofensivas ao Islã no Facebook e ainda terá de arcar com uma multa de 10 mil dólares.
De acordo com informações do jornal local Jakarta Times, Alexander Aan era administrador e membro ativo de um grupo ateu na rede social.
Segundo relatos no Mashable, Aan compartilhava com frequência ilustrações irreverentes que satirizavam a figura do profeta Maomé e publicava mensagens como “Deus não existe”, em seu perfil do Facebook.
Na sentença, o juiz alegou que as manifestações do rapaz “causaram ansiedade na comunidade e mancharam o Islã”.
O jovem não é exatamente um desconhecido na Indonésia, um dos países islâmicos mais populosos do mundo. No começo do ano, uma multidão enraivecida foi atrás do rapaz em seu escritório. O episódio rendeu a ele, além de um espancamento, dois dias na prisão por “disseminar informação para incentivar a hostilidade religiosa”.
A Anistia Internacional condenou a prisão do jovem e também há uma petição online ativa no site Change.org que pede atenção das autoridades do país ao caso. O documento solicita ao presidente da Indonésia Susilo Yudhoyono que cumpra as palavras proferidas em um discurso feito em 2009 na Universidade de Harvard. Na ocasião, ele declarou que o país quer ser um bastião da liberdade, tolerância e harmonia.

PROMETHEUS Prometheus

Sinopse: Equipe de exploradores descobre uma pista para a origem da humanidade na Terra, levando-os a uma jornada para os cantos mais escuros do universo. Lá, eles têm de lutar uma batalha terrível para salvar o futuro da raça humana.

Daniel Reininger - O retorno de Ridley Scott ao gênero que ajudou a definir no cinema era algo muito esperado pelos fãs desde 1982, quando lançou seu último filme de ficção científica Blade Runner e nada poderia ser mais apropriado do que um prólogo de Alien. Com boa parte da tensão e visual que estamos acostumados a ver em produções anteriores do cineasta, Prometheus é um filme ambicioso que até pode ser considerado o Alien do século 21, porém isso não significa que ele cumpra a expectativa criada a sua volta.

A questão é que o longa é ambicioso demais e acaba sem conseguir abarcar tudo o que pretende. Ele trata da procura por respostas sobre a criação da humanidade e isso nos leva a uma lua distante, a bordo da nave que dá nome ao longa-metragem, onde nos deparamos com momentos de terror e mortes violentas. É exatamente a tentativa de misturar essas profundas questões com a obrigação de dar sustos e ter cenas chocantes gratuitas que impede o filme de ser melhor do que é.

O interessante é que desde o início Prometheus procura se distanciar de Alien (é importante saber disso ao ir ao cinema), porém recicla muitos elementos que deram certo no clássico de 1979 e, sem vergonha de beber da mesma fonte, constrói aos poucos uma atmosfera de tensão e paranoia. Só que em nenhum momento a coisa fica tão séria quanto a bordo da Nostromo (nave onde Ripley era tenente), pois as motivações dos personagens são claras demais quando não deveriam e obscuras quando não precisavam ser – o que dá um tom artificial em alguns momentos – principalmente porque Alien já fez tudo isso antes.

No entanto, isso não impede que tenhamos atuações sólidas e convincentes. Michael Fassbender rouba a cena mais uma vez, como já havia feito em X–Men: Primeira Classe. O ator interpreta o androide David de uma forma assustadora e bizarra, sem sentimentos, ao ponto de incomodar o espectador que observa, passivo, decisões importantes serem tomadas por uma máquina sem medo e sem consideração pela vida humana.

A personagem de Noomi Rapace (Os Homens Que Não Amavam As Mulheres), a arqueóloga Elizabeth Shaw, não chega aos pés da eterna tenente Ripley (Sigourney Weaver), porém consegue conquistar o público com seu jeito sonhador, aparentemente frágil e muito mais feminino. Charlize Theron (Branca de Neve e o Caçador) mais uma vez está bem, desta vez no papel da inescrupulosa e bela Vickers. Uma pena que a executiva da Weyland Corp. seja um tanto dispensável para a trama – se melhor explorada, seria capaz de contribuir para o clima de paranoia, tão importante em Alien - O Oitavo Passageiro.

É claro que o grande astro do filme é o show de imagens, sons, luzes e efeitos. Os cenários são realistas e detalhados, a sala com a cabeça humana gigante dá calafrios e o clima de Alien aparece com força em alguns deles – ponto para o quesito nostalgia. É impressionante a forma com que os motores da nave Prometheus fazem o cinema tremer – a intensidade é assustadora. As criaturas e, consequentemente, as cenas de sustos são exatamente como esperamos – coisa de quem sabe o que está fazendo. Até o 3D vale o ingresso.

Quem curte sci–fi vai perceber que a ciência ficou de lado e a tecnologia – muito mais clean e avançada do que no filme que se passa 30 anos no futuro – funciona apenas como ferramenta narrativa, sem muito embasamento, mesmo dentro do gênero. Os problemas aparecem até durante a simples analise do material genético de um extraterrestre, cujo resultado não é convincente, e olha que não sou especialista em DNA. No final das contas parece ser uma forma gratuita de negar as teorias de Charles Darwin e justificar o US$ 1 trilhão (que em 90 anos nem será tanto assim) investido na construção da nave.

Como fã de ficção científica, é impossível não gostar de Prometheus, um dos poucos bons filme do gênero dos últimos anos, que teve alguns destaques como o suíço Cargo, A Origem e Star Trek. Entretanto, é inegável que a aventura futurista de Ridley Scott patina um pouco do meio para o final, é previsível e, às vezes, dá a sensação de que existiam certas obrigações (impostas pelo estúdio?) a serem cumpridas – como a explosão de uma criatura nojenta saindo do peito de alguém.

Ainda assim, seu magnífico visual, boa trama e atuações fazem do longa uma obra que vale a pena ser vista. Só não vá ao cinema esperando assistir a algo tão impactante como Alien – O Oitavo Passageiro.

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