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Vivo para qualquer migalha de atenção que queira conceder-me.

Meus pais estão no Facebook, e agora?


Uma pesquisa realizada pela ComScore em dezembro de 2011 afirma que, no último ano, houve um aumento de 80% na taxa de acesso às redes sociais por pessoas com 55 anos ou mais. Isso significa que, hoje, existem muito mais pais nas redes sociais do que no início desta moda.

Com a entrada deste público houve também uma ligeira mudança de comportamento dos filhos, especialmente entre os adolescentes. O jovem Rian Ávila Pereira, de 13 anos, diz estar mais atento aos seus posts depois que a mãe passou a utilizar a rede. “Eu fico com medo dela pegar no meu pé por causa de uma foto ou zoação”, comenta.

Nos últimos meses, Rian diz ter parado de postar certas mensagens ou fotos porque já viu muitos casos em que os pais de seus amigos levaram as brincadeiras da rede para a vida real. Ele mesmo passou por uma situação semelhante: sua mãe fez um comentário sobre uma de suas fotos que o deixou bastante envergonhado. "Estava abraçado com uma amiga e ela perguntou se aquela menina era minha namorada", lembra. "Também já aconteceu de eu tirar nota ruim e minha mãe me tirar o computador por saber que era a internet que me atrapalhava", conta.

Além da mãe, Rian ainda teve que conviver com professores no Facebook, mas esta experiência não durou muito. Com medo de ser julgado pela quantidade de tempo que passa na internet, ele bloqueou o "mestre" e diz ter ficado mais aliviado. Já com a mãe, o medo é tanto que nem o bloqueio ele tentou. Segundo ele, o professor jamais o contestaria por isso, já sua mãe sim. "Não tem o que fazer, eu vou levando, o bom é que minha mãe não entra toda hora", conclui.

Com cerca de 800 milhões de usuários, o Facebook é uma das redes que mais possui pais conectados. Muitos deles são tão ativos quanto seus filhos, como é o caso de Sandra Aguiar, de 54 anos. Ela está sempre online compartilhando posts com amigos e familiares, incluindo seus dois filhos: Pedro e Nara Chavedar. Para Pedro, estudante de jornalismo de 23 anos, ter uma mãe conectada é bacana, no entanto, ele admite que, mesmo de forma inconsciente, acaba filtrando o que vai postar. "Tenho um filtro natural que independe da presença da minha mãe, mas existem coisas específicas que penso nela. É uma questão de respeito", diz.

O jovem comenta que o seu receio é pelo tom que as coisas ganham na internet. Na rede, uma frase pode ser interpretada de diversas formas e, dificilmente, é possível se explicar. "Não é preocupação, mas eu fico esperto, até porque tem muitos amigos que não sabem que minha mãe está no Facebook e podem postar coisas que ela não entenderia", ressalta. "Mas, acho que quem está na chuva é pra se molhar. Eu não bloquearia minha mãe ou criaria um grupo somente para a família, porque acho que isso foge do intuito do Facebook. Se você está se expondo, se exponha a todos e mantenha um filtro universal", explica.

O interessante é que, no caso de Pedro, quem faz o papel de pai é ele. O futuro jornalista diz que reprova um pouco a forma como a mãe utiliza o site, porque acredita que ela se expõe demais. Para ele, a ferramenta deve ser usada para trazer benefícios e não só como uma plataforma para as pessoas publicarem detalhes de suas vidas pessoais. "Acho que ela [a mãe] poderia usar a rede para divulgar mais a escola dela e conversar comigo e minha irmã, que moramos longe", finaliza.

Já Nara, de 21 anos, irmã de Pedro, não se importa com a forma que sua mãe utiliza o Facebook. Ela conta que se diverte com as coisas que sua mãe posta e acredita que o principal motivo de Sandra estar online é para acompanhar a vida dos filhos. Obviamente, nem tudo são flores. Ambas já tiveram problemas por causa da amizade virtual. Recentemente um comentário de Sandra em uma foto postada por uma amiga de Nara rendeu discussão na família. "Eu tenho uma relação muito boa com a minha mãe, por isso tive liberdade de pedir para que ela apagasse os comentários que fez na foto e no meu mural", comenta. "Eu não me podo em nada por ter minha mãe na rede, mas fico receosa com os posts de amigos e a interação entre eles e minha mãe", conclui.

A jovem Stela Alvarenga Lopes, de 21 anos, também tem uma ótima relação com os pais e, segundo ela, isso se reflete no mundo digital. Para ela, quanto mais próximos e íntimos dos pais, menos problemas e restrições os jovens terão. "Eu vejo a entrada dos pais no Facebook como algo positivo. Isso significa que eles não se fecharam para as novidades. Além disso, é um espaço para gerar diálogo entre as gerações", diz. O mesmo acontece com Pedro Bisordi Taraboulous, de 18 anos. A relação entre ele e sua mãe, Meire, é tão boa que ela chega a questioná-lo antes de publicar algo que possa envergonhá-lo. Em casa, ambos batem papo sobre as interações na rede e nunca tiveram problemas.

Cuidado: mãe de olho!

Existem aqueles pais que não têm medo de admitir que estão no Facebook apenas para monitorar seus filhos, como é o caso de Silvana Gomes Sousa. Ela confessa que segue os passos dos filhos Ítalo Talmon e Caio Luiz e que, inclusive, dá bronca quando vê algo que não agrada. "Vi uma foto do Ítalo com um cigarro na mão, quando cheguei em casa pedi explicações na hora e mandei ele tirar aquela foto do ar", conta.

Para a jornalista, professora, especialista em mídias sociais e mãe, Ivone Rocha, é preciso uma relação transparente com os filhos para que a amizade na rede não se torne complicada. De acordo com ela, mais do que um preparo das crianças e adolescentes, é necessário que os pais entendam o intuito das mídias sociais e saibam orientar seus filhos para que eles façam um bom uso da rede. "Os pais devem instruir e não proibir. Na geração X a proibição funcionava, agora, com a geração Y e outras mais recentes, isso não funciona", explica.

Ivone ainda comenta que, na internet, os filhos não devem se podar, assim como os pais não podem monitorá-los. A relação deve ser transparente para que, quando haja algum problema, não gere briga e sim diálogo. "O papel da rede deveria ser gerar diálogos, mas isso não ocorre por questões culturais. Eu acredito que as mídias sociais são importantes para fortalecer as relações familiares", ressalta. Ela ainda finaliza: "somente uma boa relação fora da internet pode gerar uma boa relação dentro da internet".


Usando as ferramentas

Se você não fica muito à vontade com os seus pais no Facebook, lembre-se que existem ferramentas na rede social que podem resolver este problema. Para selecionar quem pode ver o seu post, por exemplo, vá em "Status", selecione "Amigos", clique em "Personalizado" e escreva o nome dos usuários que não poderão ver a mensagem. O contrário também é possível. Você escolhe quem poderá enxergar sua atualização.

Ainda existe a opção de bloquear algum usuário. Para isso, vá na página da pessoa, clique no botão ao lado de "Mensagem" e escolha "Denunciar/Bloquear". Deixe a opção "Bloquear" selecionada e pronto. Você e este usuário não poderão mais se ver dentro da rede. É importante saber que, ao bloquear, a pessoa não saberá que foi excluída do seu Facebook, mas, com o tempo, ela poderá perceber que você não faz mais parte da lista de amigos. Ou seja, pode ser que, em alguma momento, seus pais percebam que você os bloqueou e isso pode desencadear uma série de problemas. Portanto, pense duas vezes antes de bloqueá-los.

Quer contribuir com a matéria? Se você tem pais ou filhos na rede social, conte-nos como é a relação de vocês e como vocês lidam com isso. Também aproveite o espaço para dar dicas de como evitar confusões por causa da internet.

Metade dos usuários do Facebook já excluiu alguém por "chatice"

Atualizações de status desnecessárias, curtir inúmeras páginas, compartilhamento de artigos tolos. Essas são algumas das ações que levam um usuário a excluir um outro no Facebook.
De acordo com uma pesquisa feita pelo site MyVoucherCodes, 46% dos usuários britânicos da rede social já excluíram um contato porque estavam cansados de suas ações na rede social.
Outros 50% afirmaram que já cancelaram a assinatura de um amigo pelo mesmo motivo. Entre esses, o interesse em ainda visitar o perfil da outra pessoa foi o principal motivo para a não exclusão.
"Muitos usuários consideram aborrecedor o fato de ver o avatar da mesma pessoa dizendo algo toda vez que acessam a rede social”, afirmou o presidente do MyVouchersCode, Mark Pearson ao jornal Daily Telegraph. “É preciso saber usar o serviço com moderação”, completou.
Desde setembro do ano passado, o Facebook permite aos seus usuários seguir as atualizações de um contato sem adicioná-lo ou fazer o caminha inverso, cancelando a assinatura de um amigo.
O Reino Unido é o sexto país em número de usuários no Facebook, com cerca de 31 milhões. A pesquisa entrevistou 1.750 pessoas.

Segurança :Temendo ataque, Facebook pede celular a usuários


O Facebook está pedindo o número de celular de cada um de seus 900 milhões de usuários com o objetivo de aumentar a segurança na rede. O movimento é uma resposta aos recentes ataques crackers que vazaram na internet senhas do LinkedIn e eHarmony.
Milhões de usuários do Facebook têm visto um link na parte superior da página onde são exibidos os feeds de notícias com a seguinte mensagem: "Simples dicas de segurança". Ao clicar, o cadastrado é levado para uma seção segura, onde tem acesso a um tutorial que ensina a identificar uma fraude. Ali, deve inserir o número de celular, caso seja necessário recuperar uma senha de acesso ao perfil.
De acordo com a rede social, esse é um procedimento seguro, já que permite ao sistema enviar mensagens SMS ao celular do usuário em caso de mudança de senha. Ainda segundo o Facebook, o método é mais efetivo, já que as notificações via e-mail muitas vezes vão parar nas pastas de spam ou lixeiras. A expectativa da companhia é checar e solicitar o dado adicional para toda a base nos próximos dias.
Falha na segurança - O LinkedIn, rede social profissional, admitiu ter sido invadido por crackers no último dia 6. Entre os 161 milhões de usuários, ao menos 6,5 milhões tiveram suas senhas divulgadas no site InsidePro.com.
Já o eHarmony, site de relacionamento americano, afirmou no começo deste mês ter sido hackeado. Dos 20 milhões de cadastrados no serviço, 1,5 milhão de pessoas tiveram suas senhas vazadas na rede.

Infográfico: como seria o mundo sem a internet?


Infográfico revela números que mostram a importância da web para as nossas vidas profissionais e sociais

Muita gente que acredita no fim do mundo o enxerga com inúmeras possibilidades: desastres naturais, meteoros gigantes vindos do espaço, apocalipse zumbi, enfim. Contudo, para outras pessoas, esse fim não está relacionado a extinção da humanidade e sim o fim de uma ferramenta simples, mas muito poderosa: a internet.

Pare e pense: como seria o mundo que vivemos sem a existência da web? É possível, hoje, não acessar o Twitter ou Facebook, fazer pesquisas sem o Google ou ver vídeos fora do YouTube? As escolhas são muitas e todas de difícil decisão. Para dar um panorama de como seriam nossas vidas sem a internet, o site Online Education desenvolveu um infográfico que poderia ser considerado o pesadelo para os viciados na net.

Crescimento

Desde 2002, o número de usuários da internet quadruplicou e chegou a 2,3 bilhões de pessoas em todo o planeta. "A internet possibilitou que pudéssemos nos conectar virtualmente com qualquer pessoa e nos deu uma quantidade infinita de informações", diz o gráfico. O poder da web é tanto que já existem 550 milhões de websites, sendo que, desses 550, 300 milhões foram criados só no ano passado.

Fim das notícias livres

A Encyclopedia Britannica, que recentemente anunciou a paralisação de sua versão impressa, custaria US$ 1.200 para ser adquirida por cada usuário. Pagar por correspondências ao invés de mandar emails custaria US$ 6,3 trilhões, 80 vezes o valor necessário para manter os serviços da web ativos.

Quanto ao conteúdo, as notícias seriam limitadas e difícieis de se encontrar em diferentes veículos, pois, se não houvesse a web, os únicos disponíveis seriam os jornais, revistas e TVs, que não permitem consultas livres de informações. Hoje, 65% das pessoas procuram notícias online por conta própria.

Redes sociais, nunca mais

Sem a internet, o Facebook não teria ajudado a criar 450 mil empregos nos Estados Unidos e qualquer profissão relacionada à web também não existiria.

A importância é tanta que os países seriam muito mais independentes uns dos outros sem a web, o que causaria um grande colapso mundial, tanto financeiro quanto social. Atualmente, a internet contribui com US$ 2,3 trilhões para as nações do G-20. E algumas nações que sofriam com a ditadura puderam se libertar com a ajuda da web. Na "primavera árabe", 90 mil habitantes do Egito organizaram uma revolução pelo Twitter e, 18 dias depois, provocaram o fim de uma ditadura de 30 anos.



4% dos usuários do Tumblr publicam conteúdo pornô


São Paulo - Cerca de 4% dos usuários do Tumblr publicam conteúdo erótico. O dado foi repassado pelo fundador e CEO da empresa, David Karp, durante a conferência F.ounders, realizada em Nova York na semana passada.
O Tumblr não proíbe o compartilhamento de conteúdo erótico. Em seus termos de serviço, a empresa oferece apenas uma opção que permite aos usuários classificar suas páginas como não seguras para o ambiente de trabalho.
Atualmente, o Tumblr responde na Justiça uma ação da empresa de conteúdo erótico Perfect 10 por compartilhamento indevido de suas imagens.
Na ação, a empresa pede que o Tumblr pague 5 milhões de dólares em indenizações por “upload desenfreado, exibição e distribuição de fotografias protegidas por direitos autorais”.
Karp também aproveitou a aparição para anunciar o lançamento, para esta semana, de uma nova versão do app do Tumblr para usuários de iOS. Segundo ele, a empresa estuda formas de introduzir publicidade no app.
No último ano, o Tumblr saltou de 8,4 mi para 21,8 mi de usuários únicos nos Estados Unidos (crescimento de 159%), segundo números da comScore. No Brasil, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o serviço.

YouTube estuda cobrar assinatura por canais a cabo


São Paulo – O YouTube estuda novas parcerias com canais a cabo a fim de disponibilizar o conteúdo deles online.
O objetivo seria ampliar o alcance de canais de baixa audiência, gerando receita para ambos de forma independente em relação às operadoras. Dessa forma, os canais seriam disponibilizados para assinantes online.
"É algo significativo para diversos criadores de conteúdo. Por isso, estamos estudando a possibilidade e elaborando modelos para essas parcerias”, afirmou o vice-presidente do Google para vídeos, Salar Kamangar, à agência Reuters.
Já consolidado com como um hub para distribuição de vídeos independentes, o YouTube tem procurado parcerias para estimular a publicação de conteúdo profissional.
Em outubro do ano passado, o Google anunciou que repassaria cerca de 100 milhões de dólares para equipar canais independentes parceiros do site.
Diariamente, mais de 4 bilhões de vídeos são assistidos no YouTube. Segundo o Google, a cada minuto, 60 horas de imagens são carregadas no site.
De acordo com uma pesquisa da Allot Communications, o YouTube é responsável por 52% do tráfego total de vídeos da web.


Facebook testará anúncios baseados na localização do usuário.

Rede social vem estudando novos modelos de publicidade desde que lançou suas ações na bolsa

Desde que lançou suas ações na bolsa de tecnologia Nasdaq, o Facebook parece estudar um modelo de capitalização por dia. Desta vez, a companhia anunciou que começará a testar um modelo de publicidade baseado na localização dos usuários que acessam a rede social por smartphones ou tablets.

De acordo com a vice-presidente de marketing da empresa, Carolyn Everson, a procura por propagandas destinadas especificamente aos usuários móveis foi enorme. Desde o começo do mês de junho, a rede social vem oferecendo inserções publicitárias que só são visualizadas por quem acessa o site na versão mobile. "Estamos testando uma série de produtos com esse princípio nos últimos meses", revelou Everson em entrevista ao site da rede Bloomberg.

Com o novo sistema, seria possível que o Facebook alertasse seus usuários – com notificações por Push, por exemplo – quando eles passarem por um bar ou restaurente que possa lhes interessar. A ideia é que o serviço seja opcional.

Segundo a reportagem, o Facebook mostrou o novo modelo funcionaria em uma reunião com diversas agências de publicidade e acionistas, em abril. A matéria não revela de que forma os anúncios seriam inseridos na linha de atualizações dos usuários da rede social ou quando ele entrará no ar.

Robô realiza cirurgia cerebral na Alemanha


A Mazor Robotics criou um robô com capacidade de realizar cirurgias cerebrais. E o primeiro procedimento realizado com o auxílio da máquina aconteceu nesta semana em um hospital da cidade de Wiesbaden, na Alemanha. O robô foi guiado por médicos do hospital durante as operações, que foram consideradas um sucesso.
O modelo da Mazor Robotics funciona como um longo braço, capaz de realizar movimentos muito mais precisos do que uma mão de um médico, embora, em última análise, o controle do autômato ainda seja humano. O modelo testado com sucesso na Alemanha foi desenvolvido a partir de robôs já existentes da Mazor, destinados a operações de coluna. O uso de braços robóticos em operações que interfiram com o sistema nervoso é fundamental, dado o alto risco de danos irreversíveis no cérebro e nas terminações nervosas, em caso de erros.
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Segundo a Mazor, o produto pode realizar biópsias, posicionamento de eletrodos para estímulo neurológico e cirurgias de perfil mais invasivo. O CEO da empresa, Ori Hadomi, declarou que “embora nosso principal foco seja cirurgia de coluna vertebral, estamos empolgados por nossa tecnologia poder ser expandida para outros procedimentos cirúrgicos”.
A supervisão de cirurgiões é necessária para monitoramento da cirurgia e para que novos dados sobre o comportamento do robô sejam colhidos. Essas informações, no futuro, serão utilizadas para que novos cirurgiões e hospitais sejam introduzidos para o controle da ferramenta. Há, também questões legais envolvidas, uma vez que procedimentos desta natureza precisam de regulamentação para serem implementados. Países da União Europeia e os Estados Unidos já estudam a regulamentação deste tipo de tecnologia para as neurocirurgias.





Facebook terá anúncios baseados em histórico de usuários na web

São Paulo - Cada vez que um usuário curte uma banda, um filme, uma marca ou serviço noFacebook, o site usa essa informação para adequar os anúncios que exibe à personalidade e ao comportamento desse usuário. Agora, a companhia quer impactar consumidores com base em seu comportamento em qualquer lugar da internet. A ideia é segmentar mais ainda os anúncios exibidos na rede social.
Isso será feito pelo Facebook Exchange, anunciado hoje, que permitirá que os anunciantes possam atingir tipos específicos de usuários com base no seu histórico de navegação - os cookies -, em tempo real.
Até agora, a publicidade do Facebook era orientada com base nos interesses dos usuários dentro da rede social e não tinha com o histórico fora do site.
"Um site de viagens pode estar interessado em impactar uma pessoa que procurou por um vôo, mas acabou não concluindo a compra. Com o Facebook Exchange, esse site de viagens poderá mostrar à pessoa um anúncio relacionado a viagens no Facebook", exemplificou o site em um comunicado oficial.
"Isso significa que os anunciantes poderão entregar publicidade mais relevante em tempo hábil em uma escala nunca antes possível", completou.
Os computadores já "memorizam" o histórico de navegação dos usuários de internet por meio dos cookies. Pelo novo programa, o Facebook monitorará cookies em sites de terceiros. Após isso, os anúncios que aparecerem para o usuário estarão relacionados àquele determinado cookie.
De acordo com o site, como o Exchange é ativado por meio dos cookies, os usuários terão a possibilidade de desabilitar a opção, se não quiserem ser impactados pelos anúncios gerados pelo programa.
"Nós não compartilhamos quaisquer dados do usuário com os anunciantes", esclareceu o site, "e as pessoas ainda terão o mesmo controle sobre os anúncios que vêem hoje no Facebook".
O Facebook Exchange exibirá apenas banners - aquelas pequenas caixas com texto e foto na lateral direita das páginas - e não se estende a histórias patrocinadas - as sponsored stories - ou anúncios premium.

Indonésia prende ateu por posts ofensivos no Facebook

São Paulo – Um homem foi condenado a 2 anos e meio de prisão na Indonésia depois de publicar mensagens consideradas ofensivas ao Islã no Facebook e ainda terá de arcar com uma multa de 10 mil dólares.
De acordo com informações do jornal local Jakarta Times, Alexander Aan era administrador e membro ativo de um grupo ateu na rede social.
Segundo relatos no Mashable, Aan compartilhava com frequência ilustrações irreverentes que satirizavam a figura do profeta Maomé e publicava mensagens como “Deus não existe”, em seu perfil do Facebook.
Na sentença, o juiz alegou que as manifestações do rapaz “causaram ansiedade na comunidade e mancharam o Islã”.
O jovem não é exatamente um desconhecido na Indonésia, um dos países islâmicos mais populosos do mundo. No começo do ano, uma multidão enraivecida foi atrás do rapaz em seu escritório. O episódio rendeu a ele, além de um espancamento, dois dias na prisão por “disseminar informação para incentivar a hostilidade religiosa”.
A Anistia Internacional condenou a prisão do jovem e também há uma petição online ativa no site Change.org que pede atenção das autoridades do país ao caso. O documento solicita ao presidente da Indonésia Susilo Yudhoyono que cumpra as palavras proferidas em um discurso feito em 2009 na Universidade de Harvard. Na ocasião, ele declarou que o país quer ser um bastião da liberdade, tolerância e harmonia.

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