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Novo comercial da Red Bull causa polêmica

Foi ao ar, um novo comercial da companhia de energéticos Red Bull, que ironiza a questão de Jesus antar sobre a água, na interpretação está também dois de seus discípulos.

O vídeo, de cerca de 30 segundos, foi feito como um desenho animado e mostra Jesus no barco com dois discípulos que, aparentemente, estão pescando, quando ele se mostra entediado e se levanta falando que vai para casa, e sai andando sobre as águas. Pedro questiona como ele consegue fazer aquilo e o outro discípulo fala que ele tinha tomado Red Bull. Porém Jesus responde falando que apenas estava andando onde tinha pedras.

Alguns cristãos pensam em ir aos tribunais para pedir que o comercial não seja mais colocado ao ar, já outros não se importaram com o comercial e disseram que o comercial não fará com que a fé deles sejam abaladas. Vejam o comercial a seguir e depois algumas matérias.


VERSÃO RELIGIOSA SOBRE O FATO


A nova propaganda do energético Red Bull está causando polêmica entre cristãos de todo o Brasil. O comercial desacredita o milagre de Jesus em andar sobre as águas ao colocá-lo falando aos discípulos quando perguntado sobre o milagre: “Qual é, milagre nada, você só tem que ficar esperto onde tem pedra”.

O vídeo, de cerca de 30 segundos, foi feito como um desenho animado e mostra Jesus no barco com dois discípulos que, aparentemente, estão pescando, quando ele se mostra entediado e se levanta falando que vai para casa, e sai andando sobre as águas. Pedro questiona como ele consegue fazer aquilo e o outro discípulo fala que ele tinha tomado Red Bull. Porém Jesus responde falando que apenas estava andando onde tinha pedras.

A peça publicitária incomodou diversos evangélicos, que estão fazendo campanha para tirá-la do ar.

“Negar os milagres de Jesus ridicularizando-o é uma afronta à comunidade cristã e um desafio ao próprio Deus”, declarou, sobre o comercial, o pastor Rogério Silva, da Assembleia de Deus Ministério New Life, em Campinas, ao blog Sandoval O Protestante.

Um texto no blog Assem-Bereia de Deus criticando o comercial afirma que apesar de o vídeo ridicularizar a imagem de Jesus, os evangélicos não se mobilizam para ir aos tribunais protestar contra, pedindo aos responsáveis pelo comercial para reverem suas atitudes. O autor do blog ressalta que, “além de cristãos, somos cidadãos e exigimos respeito, assim como eles também querem”. “Nossa fé não é abalada por causa de comerciais inúteis como este, e nossa fé é intocável”, afirmou o blogueiro.

Fonte: Gospel Mais – Notícias

Um texto no blog Assem-Bereia de Deus criticando o comercial afirma que apesar de o vídeo ridicularizar a imagem de Jesus, os evangélicos não se mobilizam para ir aos tribunais protestar contra, pedindo aos responsáveis pelo comercial para reverem suas atitudes.

A VERSÃO DO MARKETING

Apesar desse vídeo ofender a crença de milhares de pessoas, não deixa de ser apenas uma peça de marketing, isso não fará ninguém mudar a sua concepção sobre a história bíblica e sobre o milagre. Além do mais isso mostra que a pessoa que bolou o comercial, teve criatividade o suficiente para criar um novo enredo baseado em um que já existe, porém isso não fez com que alterasse a história descrita na Bíblia. Uma comparação interessante, é o fato da Sony ter “destruído” o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, no filme “2012″. A Arquidiocese do Rio de Janeiro, processou a mesma pelo ato, porém esse processo foi perdido pois não houve danos reais.

EUA faz campanha contra Apocalipse Zumbi


o Portal G1, publicou uma matéria interessante sobre uma campanha contra o apocalipse zumbi que a Agência de Saúde dos EUA está fazendo, veja ela na íntegra:

Uma pesquisa informal conduzida na internet indicou que 95% das pessoas que leram uma história em quadrinhos sobre um apocalipse zumbi se diziam preparadas para lidar com qualquer tipo de situação de emergência nos Estados Unidos. Os entrevistados afirmaram que sabiam como funcionaria a resposta do governo para uma epidemia, conseguiriam preparar um kit de emergência e saberiam como obter informações sobre prevenção e combate a qualquer ameaça. Tudo graças à HQ sobre mortos-vivos.


Por mais cultuados como fenômeno pop que os zumbis tenham se tornado, o tema ganhou contorno mais sério e foi usado como metáfora de ameaças reais pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças do governo dos Estados Unidos (CDC, na sigla original), que se baseou em ficções como a série “The Walking Dead” para criar sua campanha de informação mais bem-sucedida, incluindo um portal de informações e a HQ sobre o tema.

“Este foi o primeiro projeto a se tornar realmente viral e atrair tanta atenção”, explicou Maggie Silver, pesquisadora do CDC e autora da campanha da agência americana que usou zumbis como metáfora, em entrevista ao G1.

“No começo, estávamos nervosos sobre como as pessoas veriam a campanha, mas zumbis foram uma ótima metáfora para emergências reais”, disse.

Segundo ela, a campanha mostrou que uma agência governamental pode ter senso de humor, mesmo ao abordar um assunto muito sério. “Pode ser a melhor forma de levar a informação para as pessoas e fazer com que elas se interessem pelo assunto”, disse.

Com os zumbis, ela explicou, foi possível levar para as pessoas a informação de que, “seja um apocalipse zumbi, um furacão ou um terremoto, o importante é estar preparado, pois isso pode ajudar na sobrevivência a emergências em geral”, disse.

Viral


A campanha começou com um simples post no blog da agência americana. “O CDC sempre incentivou sua equipe a pensar ideias que ajudem a divulgar o trabalho da agência a divulgar importantes mensagens relacionadas a saúde”, explicou Silver. A referência bem-humorada chamou tanta atenção que o site da agência acabou criando uma página só para a questão dos zumbis, e publicou a história em quadrinhos sobre o tema.

A HQ dos zumbis gerou reação internacional, e muitos parceiros de agências de outros países passaram a procurar o CDC para entender como foi a campanha, disse Silver.

“Conseguimos atrair apoio internacional, e outras agências gostaram da ideia e decidiram usar zumbis em campanhas próprias.”

O principal foco da campanha é em prevenção de emergências e em preparação das pessoas para o caso de algo grave acontecer. “Estar preparado para qualquer emergência, seja um desastre natural, uma pandemia ou um evento com causas humanas ajuda muito. A preparação salva vidas, economiza dinheiro e facilita na recuperação. Quanto mais gente preparada, melhor é uma reação a qualquer tipo de emergência”, disse Silver.

Metáfora

Apesar da defesa de que estar consciente dos riscos de uma emergência é muito importante, Silver explicou que a agência dos EUA não espera que um vírus zumbi possa vir a existir de verdade.

“O CDC não está preocupado com um vírus zumbi, mas nos preocupamos com várias pandemias que aparecem a cada dia e focamos neste trabalho para proteger o público.”

Segundo ela, a metáfora foi a melhor forma de atrair a atenção do público para a importância de estar preparado e saber como reagir a outros tipos de pandemia.

Um dos principais exemplos de ameaça real com que a agência tem que lidar regularmente é a gripe suína, que se espalhou rapidamente por vários países dois anos atrás e criou tensão global.

“A gripe suína mostrou como um vírus pode se espalhar e se transformar em uma epidemia de forma rápida, espalhando medo pelo mundo. Temos que lidar com novos vírus o tempo todo, como aconteceu com a gripe suína dois anos atrás e como acontece de forma silenciosa em diferentes partes do mundo, até mesmo com surtos de ebola”, disse. Segundo Silver, a maior parte dos casos não se torna conhecida do público e é controlada em escalas locais, sem permitir que epidemias se espalhem.

“Na historia em quadrinhos, mostramos uma reação organizada e eficiente do CDC porque lidamos com coisas deste tipo todos os dias e realmente nos preparamos para saber como lidar com qualquer tipo de emergência e proteger as pessoas”, explicou.

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Antes que termine o dia

App Store atinge a incrível marca de 25 bilhões de aplicativos baixados

Na madrugada deste sábado, a Apple atingiu a incrível marca de 25 bilhões de aplicativos baixados, tudo isso a menos de 4 anos da existência da loja virtual. O nome do vencedor do belo cartão presente de $10.000 (que dá direito a compras na App Store, iTunes Store e iBookstore) ainda não foi divulgado, mas a Apple deve fazer isso nas próximas horas, nesta página.

Revista Veja apela para o iPhone para vender mais


Há 15 anos atrás, quando a mídia brasileira falava da Apple, era para especular quanto tempo ela duraria antes de falir ou ser vendida. Hoje, a história é claramente outra, com alguns meios de comunicação se aproveitando da popularidade da Maçã e usando seus produtos para atrair consumidores distraídos.
Talvez muitos brasileiros fãs de iPhone (e até de iPad) acabem comprando a edição deste sábado só por causa da capa, que coloca em questão uma dúvida que irrita muitos de nós: Por que o Brasil tem o iPhone mais caro do mundo? Afinal, quem não quer saber isso?

Esta resposta todos sabemos: altas taxas de importação, mas se uma famosa revista de circulação nacional coloca isso na capa, é porque conseguiu informações que finalmente nos expliquem a razão disso acontecer, não é mesmo? Será pura ambição da Apple? Descobriram algum desvio de verbas em ministérios da Dilma?

Nada disso. A matéria na verdade fala do que todos nós já sabemos: os produtos nos Estados Unidos (não só o iPhone, mas tudo) são muito mais baratos que no Brasil, até mesmo o quilo da banana. A matéria quase não cita o iPhone, se limitando a comparar os preços do modelo de 32GB em 5 países. E a razão dele ser mais caro é mesmo os altos impostos do governo. Ponto. Nenhuma novidade a mais.

Por isso, o aviso: se você estiver pensando em comprar a revista desta semana só para saber a razão do iPhone ser mais caro no Brasil, nosso conselho é que você economize seu dinheiro e o gaste em algo que realmente trará melhor retorno para você.

Entenda a diferença entre um smartphone, um celular e o iPhone


Você sabe quais são as diferenças entre um iPhone, um smartphone e um celular comum? Confira as informações abaixo

Desde que os primeiros modelos de aparelhos de celulares foram lançados, o sucesso da nova tecnologia tomou conta de vários países do mundo. A cada ano, os aparelhos estão se modernizando até que chegamos a geração dos celulares GSM que é uma tecnologia tão inovadora que bastou chegar ao Brasil para virar febre entre os usuários.

Com a nova tecnologia, outros dispositivos começaram a surgir. Entre eles e o mais destacado estava o Smartphone, um aparelho bem mais moderno que possibilita realizar tarefas que antes era impossível como acessar e-mail como se fosse um computador, por exemplo.

Mas, quais as principais diferenças entre o celular e o smartphone? Será que essa diferença existe mesmo ou será que um complementa o outro? Na verdade, existem vários aspectos que diferenciam um do outro. Por isso, neste texto mostraremos as principais diferenças entre os dois dispositivos.

Em primeiro lugar, nem todo celular é um smartphone. Muitas pessoas acham que apenas porque um celular possui câmera digital, Mp3 player e 3G é então um smartphone. Hoje em dia, qualquer celular mais moderno possui estas funções e mais algumas outras. Por isso, alguns critérios são adotados para fazer a diferença entre um e outro, vejamos:

Um smartphone, por exemplo, possui teclado alfanumérico mais conhecido como Qwerty o qual deixa a impressão de um computador de mão. Outra diferença é que os smartphones possuem conexão Wi-Fi que permite o acesso à internet através de hotspots onde a conexão pode ser bem mais veloz que as conexões GPRS ou EDGE.

Mas existe também a probabilidade de que os aparelhos possam sofrer uma corporação que já pode ser vista em alguns aparelhos como é o caso do iPhone. O dispositivo da Apple veio para revolucionar o mercado da tecnologia móvel e com muita eficiência tem atingido este objetivo.

O iPhone é um aparelho diferenciado, pois pode ser utilizado tanto para o trabalho quanto para o entretenimento enquanto que o smartphone tem suas funções mais voltadas para o trabalho. O entretenimento até existe, mas os smartphone são projetados para auxiliar as pessoas quanto a seus trabalhos.

Os smartphones possuem também sistemas operacionais diferenciados e processadores super potentes que os fazem semelhantes aos computadores. Já os celulares, apesar de possuírem grandes funcionalidades, eles são projetados para atender o público em geral como um telefone portátil, enquanto que os smartphones para atenderem uma demanda de trabalho (como já mencionado).

Essas são as principais diferenças entre um aparelho e outro. O que se percebe é que um não substitui o outro, mas certamente os celulares são os principais complementos dos smartphones.

Apple vale mais do que Bélgica, Árabia Saudita ou Polônia Valendo mais de meio trilhão de dólares, os negócios estão cada vez melhores para a Apple.


Na última quarta-feira (29), o valor de mercado da Apple atingiu uma marca incrível: mais de US$ 500 bilhões. De acordo com a CNN, isso faz com que a Maçã esteja em uma posição muito exclusiva, compartilhada por apenas outras quatro empresas que já atingiram essa marca: Microsoft, ExxonMobil, Cisco e General Electric.

A capitalização da Apple é tão grande que chega a ultrapassar o produto interno bruto (PIB) de alguns países. E não estamos falando de nações pequenas e famosas pelo nível de pobreza, mas de recantos abastados do mundo, como a Bélgica, Polônia, Arábia Saudita, Suécia e Taiwan.

Recentemente, o CEO da Maçã declarou que o montante em caixa e investimentos da Apple é mais do que o necessário para gerenciar a empresa. A riqueza da companhia está tão popular que já existe até mesmo um Tumblr dedicado a comparar o quanto vale a empresa fundada por Steve Jobs. Entre os posts mais curiosos estão as informações de que a Apple vale mais do que dois programas espaciais Apollo inteiros ou quatro guerras civis americanas, além de poder comprar duas vezes todas as lojas de roupas dos Estados Unidos.

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