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Vivo para qualquer migalha de atenção que queira conceder-me.

Boa notícia: Apple agora permite período de teste gratuito de aplicativos da App Store

Com as novidades desta quarta-feira, qualquer um de vocês que tentar baixar, comprar ou atualizar um aplicativo do iPhone, iPad ou iPod touch, será avisado de que os Termos e Condições da loja foram alterados e você precisa aceitá-los. Em outros idiomas, a Apple destaca no início o que mudou, mas na versao em português nós ainda não t emos direito a esse tipo de respeito, infelizmente, sendo obrigados a ler todo o contrato.

Desta vez, o que mudou foi a inclusão de um termo importante, pois introduz na App Store a possibilidade de testar gratuitamente aplicativos por um tempo determinado.

Esta é uma reivindicação antiga dos usuários, que muitas vezes compram um aplicativo e logo descobrem que ele não condiz com o que parecia (aliás, esta é a desculpa mais usada entre os que pirateiam apps). Mas a implementação não era assim tão simples, pois a estrutura da App Store deveria ser alterada.

A solução que os engenheiros da Maçã encontraram foi de usar as assinaturas in-app, do mesmo tipo que são usadas atualmente para as revistas da Banca do iOS.


Determinadas Assinaturas In-App pagas podem oferecer um período de teste gratuito antes de cobrar a sua conta. Se você decidir que não quer comprar a Assinatura In App, desative a renovação automática nas configurações da sua conta durante o período de teste gratuito.

Pelo que dá a entender no texto dos Termos, o aplicativo poderá liberar a totalidade de suas funções através de assinaturas dentro do próprio app. A primeira assinatura seria “grátis” e, depois de um tempo, ela seria renovada, custando determinado preço. Se o usuário testar e decidir não renovar esta assinatura, ele pode apagar o aplicativo do aparelho ou desligar a renovação automática na configuração da conta do iTunes, e quando o aplicativo perguntar se quer renovar, pagando, basta responder que não.

Esta é uma ótima solução que permitirá a todos nós testarmos os aplicativos antes de pagarmos por ele. Porém, por ser através de uma assinatura interna do aplicativo, somente aqueles que adotarem o sistema poderão ser testados. Isso quer dizer que você não poderá testar todos os aplicativos que quiser, gratuitamente; somente aqueles que permitirem isso.

Isso deve acabar, finalmente, com as “versões lite” dos aplicativos. Além disso, aplicativos caros como os navegadores GPS poderão, finalmente, serem testados na prática antes de comprados.

A mudança é excelente e já deveria ter sido adotada há tempos. Mas, antes tarde do que nunca.




App Store aumenta limite de download de aplicativos pela rede 3G para 50MB

A App Store possui um limite para baixar aplicativos pela rede do celular (3G ou EDGE), para evitar que o usuário consuma muita banda (provavelmente um pedido feito pelas operadoras). No início era de 10MB e depois subiu para 20MB, o que fazia muita gente reclamar quando não conseguia instalar um simples jogo enquanto estava na rua.

Desde ontem, este limite mudou, aumentando para 50MB.

Com o iPad 3 e sua tela Retina, os aplicativos tendem a ficar maiores por causa do tamanho das imagens, o que poderia causar um problema nesta limitação, como já falamos aqui. Por isso, a Apple aumentou o limite, permitindo que se baixe aplicativos maiores mesmo não estando conectado a uma rede Wi-Fi.

Mas se a maioria dos aplicativos realmente aumentar de tamanho, talvez a mudança do limite acabe não fazendo diferença. Será que 50MB é o suficiente para evitar dores de cabeça nos usuários?

FOTO DA MENINA MORTA NO HOPI HARI, MAE FAZ APELO NO FACEBOOK

A mãe de da menina morta no Hopi Hari Gabriella Nichimura, adolescente morta após cair da Torre Eifell no Hopi Hari, fez um apelo na noite desta terça-feira através de seu perfil no Facebook. Silmara Nichimura solicitou que os usuários do facebook deletem e não compartilhem imagens do corpo de sua filha, que têm rolado pela internet.
As Fotos, em que aparece o rosto de Gabriella após a queda do brinquedo do hopi hari , começaram ser espalhadas peloFacebook e Orkut nos ultimos dias. Em sua postagem, Silmara a mae da menina morta no hopi hari afirma que não sabe de onde vieram as fotos e diz que “não suportaria ver as fotos novamente”.

Veja o que Silmara Nichimura A mae da menina Morta no hopi hari escreveu no Facebook:


“Paz meus amigos, sei o qto vcs estão sendo solidários comigo e minha família, mas infelizmente há pessoas muito más que gostam de tirar proveito do sofrimento alheio. Nao sei como tiraram uma foto da minha menina Gabriella morta …o rostinho que sempre foi lindo, todo deformado, e estão postando no Facebook e em outros sites. Por favor, se chegarem até vcs, deletem e excluam essa pessoa por favor. Qdo vi nossa que tristeza… como há pessoas más, será que já não basta esse sofrimento, o park que não está nem aí para nós. Por favor deletem, não suportaria ver novamente. Obrigado”

Fotos do acidente que causou a morte da menina morte menina Gabriela Nichimura, 14 anos, que morreu apos cair do brinquedo la torre eiffel no Hopi Hari.




Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada de seu país na Primeira Guerra Mundial. Tais manifestações marcaram o inicio da Revolução de 1917. No entanto, a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas das mulheres por melhores condições de vida e trabalho e também pelo direito de votar.

Ainda nesse contexto, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado até a década de 1920. Depois disso, a data ficou esquecida por um longo tempo, sendo recuperada pelo movimento feminista, somente na década de 1960.

Atualmente, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial, pois nessa data, os empregadores, sem pretender evocar o espírito das operárias grevistas, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

Ao ser criada uma data específica para o Dia Internacional da Mulher, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

No dia 24 de fevereiro de 1932 as mulheres brasileiras conquistaram, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e de serem eleitas para cargos no poder Executivo e Legislativo. Esta data é, portanto, um marco na história da mulher brasileira.

Em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou o dia 08 de março como o Dia Internacional da Mulher. A fixação da data é o reconhecimento de um longo processo de lutas, organização e conscientização das mulheres, mas também de toda a sociedade, na maior parte do mundo. Ao longo dos anos, muitas têm sido as vitórias das mulheres: conquistaram direitos como o de freqüentar escolas, votar e se candidatar a cargos políticos, praticar esportes e representar o país em competições esportivas, entre outros. Também foram criadas delegacias de proteção à mulher e campanhas direcionadas à saúde da mulher.

No Brasil, atualmente, há mais mulheres que homens e elas ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho, e já são responsáveis pelo sustento de 24,9% dos domicílios brasileiros.

No que diz respeito à igualdade entre homens e mulheres, apesar de erradicadas as disparidades no que se refere à educação e saúde, nenhum país possui igualdade total entre homens e mulheres. E os pontos mais problemáticos continuam a ser a oportunidade profissional e econômica e a participação política.

No Brasil, por exemplo, existem três grandes obstáculos: o abismo salarial entre os dois sexos, os poucos cargos políticos ocupados por mulheres e a desigualdade no acesso à educação. As mulheres ocupam a maioria dos bancos das universidades e estudam mais que os homens, mas em termos proporcionais, ingressam menos que eles no Ensino Fundamental. A participação política também é desigual, pois apesar de mais da metade da população ser do sexo feminino, no Poder Legislativo a média de mulheres é de apenas 12%.

No que se refere a conquistas nas leis, o movimento das mulheres pela igualdade tem obtido, ao longo da história, avanços graduais e constantes. No Brasil, o primeiro marco, já referido anteriormente, foi o ano de 1932, ocasião em que se estendeu a mulher o direito ao voto. Em 1988, veio a maior conquista, pois a Constituição Federal consagrou pela primeira vez na história do país a igualdade de gênero como direito fundamental. E em 2002, o Novo Código Civil consolidou as mudanças constitucionais.

Portanto, no que diz respeito ao aspecto legal, não há nada que possa obstruir a igualdade de gênero no país e então, podemos concluir que o que tem impedido que ela aconteça na prática é a barreira cultural, que impede a ascensão feminina a altos cargos nas empresas e no governo, especialmente em áreas não relacionadas à saúde, educação ou assistência social, campos tradicionalmente reservados às mulheres.


Ainda a respeito de leis, a Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha, é responsável por mudanças importantes relacionadas aos direitos da mulher, como por exemplo, o aumento no rigor das punições às agressões contra a mulher no âmbito doméstico ou familiar.

Essa lei cria mecanismo para inibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, trata da criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal, entre outras coisas.

A Lei Maria da Penha tornou possível que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Esses agressores também não podem mais ser punidos com penas alternativas, e o tempo máximo de detenção passou de um para três anos. Além disso, a lei prevê medidas como a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e dos filhos.

Para finalizar, faremos nossas as palavras da socióloga Eva Alterman Blay, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (NEMGE), para quem o dia 08 de março tornou-se uma data um tanto festiva, com flores e bombons para uns, mas para outros, é relembrada sua origem marcada por fortes movimentos de reivindicação política, trabalhista, greves, passeatas e muita perseguição policial. É, portanto, uma data que simboliza a busca de igualdade social entre homens e mulheres, em que as diferenças biológicas sejam respeitadas, mas não sirvam de pretexto para subordinar e inferiorizar a mulher.

Nesse contexto, devemos considerar que hoje, sem sombra de dúvidas, a data é mais que um simples dia de comemoração ou de lembranças. É, na verdade, uma inegável oportunidade para o mergulho consciente nas mais profundas reflexões sobre a situação da mulher: sobre seu presente concreto, seus sonhos, seu futuro real. É dia para pensar, repensar e organizar as mudanças em benefício da mulher e, conseqüentemente, de toda a sociedade. Os outros 364 dias do ano são, certamente, para realizá-las.

Então, à luta companheiras! À luta por educação, trabalho qualificado e remunerado, pois estas são as vias privilegiadas para a conquista da autonomia que nos possibilita realizar escolhas e decidir por nós mesmas os rumos de nossas vidas!




http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher

Conheça a escova de carbocisteína que não leva formol



A carbocisteína penetra no fio e ajuda a tratá-lo

A escova de carbocisteína promete fazer sucesso nos salões de beleza. Sem formol, ela alisa o cabelo e não prejudica a saúde dos fios


Essa novidade promete fazer sucesso nos salões de beleza. "A escova de carbocisteína, uma substância à base de aminoácidos e vegetais, alisa e dá brilho aos fios, sem causar danos à saúde", afirma Antônia Oliveira, cabeleireira da Ophicina do Cabelo, do Rio de Janeiro.
5 dúvidas sobre a nova escova

Qual a diferença entre carbocisteína e formol?
O formol age só na superfície, causando a quebra dos fios. Já a carbocisteína penetra na parte interna do cabelo, tratando-o profundamente. "Ao contrário do formol, a nova escova não faz mal à saúde, não libera cheiro ou fumaça nem irrita os olhos", explica Rita Abreu, gerente de marketing da marca Avlon, fabricante do novo produto.

Qual o resultado?
"Ela reduz o volume, hidrata e dá brilho ao cabelo. E, se feita gradativamente, alisa e dá caimento aos fios", conta Antônia. Por isso, para quem quer um resultado de alisamento progressivo, ela deve ser refeita a cada três meses.

Ela alisa até o afro?
Sim, ela dá ótimos resultados em todos os tipos de cabelos. Até mesmo o cabelo branco, sempre rebelde, fica liso e disciplinado com o tratamento.

O produto pode ser aplicado apenas na metade do fio, deixando a raiz lisa e as pontas cacheadas?
"Sim. O produto pode ser usado de várias formas, depende do desejo da cliente. Este é o único tratamento que modela o cabelo como quiser: liso, ondulado ou cacheado", comenta Antônia.

A nova técnica tem contraindicações?
"Não, a carbocisteína é compatível com todas as químicas", diz Rita.

Converse com o seu cabeleireiro sobre a novidade!



http://pt.wikipedia.org/wiki/Carbocisteína




volume reduzido e brilho para os fios


A carbocisteína é uma substância à base de aminoácidos e vegetais que reduz o volume em até 90%, hidrata e dá brilho aos cabelos. Antônia Oliveira, do salão Ophicina do Cabelo, explica que o objetivo desta escova não é alisar; é selar a cutícula dos fios, reconstruir a fibra capilar, diminuir o frizz e auxiliar no crescimento. “Mas, se feita gradativamente, dá o efeito de alisamento”, diz a profissional.

O primeiro passo do processo é lavar o cabelo com xampu de pH alcalino. Em seguida, os fios passam por secagem e aplicação do produto com carbocisteína. Depois de 30 minutos de ação, o cabelo é seco e pranchado. Por fim, o profissional enxágua os fios e finaliza com máscara de nutrição. A escova é compatível com qualquer tipo de cabelo, inclusive os tingidos ou quimicamente tratados. O efeito tem duração de três meses e o preço da sessão é a partir de R$ 300,00.


Alisamento com carbocisteína, desvendando o mistério

A estrutura do cabelo

O cabelo é formado de cadeias poli-peptídicas, isto é, séries de amino-ácidos(AA) que se organizam para formar a estrutura da queratina. Entre os AA, o mais relacionado a estrutura do fio é a cisteína. E para reformatar mecânica e termicamente o fio de cabelo é fundamental “quebrar” essa cadeia cisteínica, facilitando a ação da prancha térmica.

Como alisar os fios de cabelo

Para conseguir um novo formato para fios cacheados, crespos, ou encaracolados é necessário fazer a “quebra”, ou ataque das pontes de enxofre contidas na cisteína. De maneira geral isso é conseguido com fórmulas contendo alguns agentes químicos conhecidos, como os hidróxidos de sódio, cálcio ou guanidina, e também com tioglicolatos de cálcio ou sódio. Essa ação acontece no pH altamente alcalino, entre 12 e 14.

Também se pode fazer essa “quebra” com formol, ou formaldeído, que é o aldeído mais simples, de fórmula molecular H2CO. Saiba que quando se prepara uma mistura de mais de 40% de formol em água, obtem-se o metaformaldeído, de fórmula (H2C2O)3 ; hoje o formol é comercializado em concentração de cerca de 37% de aldeído e 7 % de metanol, atuando numa faixa de pH entre 2,8 e 4,0, portanto bastante ácido.

Que novidade é essa, alisamento a base de carbocisteína?

O que tem sido comercializado como grande novidade na área de alisamento é, na realidade, uma tratamento químico de oxi-redução em pH francamente ácido, na faixa de 1,0-1,5, associando-se o ácido glioxílico a uma base de amino-ácidos.

Quem faz essa ação é o ácido glioxílico ou ácido formilfórmico, que é um ácido aldeídico muito simples, exatamente como o formol, cuja fórmula linear é OHC-COOH. Não há milagres “naturais”, se você deseja reformatar o fio de cabelo, precisa romper a estrutura da cisteina, atacando as pontes de enxofre do cabelo.

Então, somente para que fique tudo muito claro, nessa nova moda de alisantes, quem faz a ação queratolítica, desestruturadora, é o ácido glioxílico. Nenhum amino-ácido tem essa capacidade. O que estes AA fazem é simplesmente tentar devolver um pouco de matéria ao fio agredido.

E a oxiacetamida?

Em relação a oxiacetamida, alguma patentes, como a requerida em 2007 por D Patel, falam sobre a ação das oxiacetamidas como acoplantes para sistemas oxidativos em tinturas capilares. Uma outra patente solicitada pelo dr. Khashayar Karimian fala sobre o uso como inibidora de enzimas dependentes da atividade da cisteína, e, em particular de cisteína proteases. Nesse tipo de formulação agora proposta para alisar cabelos a oxiacetamida é um acoplante que inibe a ação de resistência da cisteína.

Tenha sempre em mente que...

Qualquer tratamento químico, térmico ou mecânico para reformatar o fio de cabelo é potencialmente agressivo. É preciso atacar a estrutura química original do fio para possibilitar o seu alisamento. Então todo e qualquer tratamento químico com essa finalidade é danoso, vai causar a perda das propriedades originais do cabelo, como conteúdo hídrico, conteúdo em lipídeos, conteúdo de ceramidas, que constituem o cimento intercelular.

Dessa maneira o cabelo ficará mais desprotegido e suscetível a queda pela quebra, perda da penteabilidade, facilidade de formação de fly-away( acúmulo de eletricidade estática).

Os cuidados para quem se submete a qualquer tratamento desse tipo é adotar uma linha de produtos cosméticos específico para reestruturação, contemplando uma lavagem suave, um condicionamento que agregue proteínas hidrolisadas e AA, um finalizador que também proteja o fio da radiação solar, pois os raios UVAB terão facilidade de permeação nesse fio de cabelo muito mais poroso. Além disso o cuidado semanal com máscaras reconstrutoras é mandatório.

O cabelo nunca mais será o mesmo, sem dúvida!

Escova de carbocisteína

Dieta à base de soro vira mania

No campo das dietas malucas e feitas a qualquer preço para perder alguns quilos, a novidade da vez é um regime à base de soro - e só. Nada mais de alimentos.

A mania tem conquistado adeptas na Grã-Bretanha e preocupado os médicos, já que ela parece arriscada. Para emagrecer, as mulheres ficam por 10 dias se aSegundo matéria do jornal inglês Daily Mail, a bolsa de soro pode ser despreendida do corpo por até uma hora diariamente (em momentos como tomar banho, por exemplo) e quem participa da dieta está "autorizada" a beber água, chá, café (desde que sem leite ou adoçantes) ou chá de ervas (também sem açúcar).

A dieta ganhou o nome de KEN e, segundo as que já experimentaram, reduz em até 10% o total de gordura no corpo a cada um ciclo, o que equivale a dez dias somente com o soro. Nada de carboidratos, nada de fibras.

O novo método para emagrecer surgiu na Itália, criado pelo médico Gianfranco Capello, e chegou há pouco à Grã-Bretanha. Alguns especialistas, por mais incomum que possa parecer, apoiam a prática - desde que não seja constantemente feita, com clicos seguidos -, pois, para eles, o soro contém os nutrientes necessários ao corpo. Outros médicos, no entanto, a condenam: consideram-na radical demais e alertam para o risco de constipação do organismo, já que a pessoa para de ingerir fibras.limentando por meio de uma sonda que injeta soro (cuja fórmula contém proteínas e nutrientes) no organismo e fica o dia inteiro com eles. Dois litros do líquido são ingeridos em 24 horas.


Facebook lança aplicativo de mensagens para Windows

A Casa dos Sonhos (Trailer Legendado)

Novo comercial da Red Bull causa polêmica

Foi ao ar, um novo comercial da companhia de energéticos Red Bull, que ironiza a questão de Jesus antar sobre a água, na interpretação está também dois de seus discípulos.

O vídeo, de cerca de 30 segundos, foi feito como um desenho animado e mostra Jesus no barco com dois discípulos que, aparentemente, estão pescando, quando ele se mostra entediado e se levanta falando que vai para casa, e sai andando sobre as águas. Pedro questiona como ele consegue fazer aquilo e o outro discípulo fala que ele tinha tomado Red Bull. Porém Jesus responde falando que apenas estava andando onde tinha pedras.

Alguns cristãos pensam em ir aos tribunais para pedir que o comercial não seja mais colocado ao ar, já outros não se importaram com o comercial e disseram que o comercial não fará com que a fé deles sejam abaladas. Vejam o comercial a seguir e depois algumas matérias.


VERSÃO RELIGIOSA SOBRE O FATO


A nova propaganda do energético Red Bull está causando polêmica entre cristãos de todo o Brasil. O comercial desacredita o milagre de Jesus em andar sobre as águas ao colocá-lo falando aos discípulos quando perguntado sobre o milagre: “Qual é, milagre nada, você só tem que ficar esperto onde tem pedra”.

O vídeo, de cerca de 30 segundos, foi feito como um desenho animado e mostra Jesus no barco com dois discípulos que, aparentemente, estão pescando, quando ele se mostra entediado e se levanta falando que vai para casa, e sai andando sobre as águas. Pedro questiona como ele consegue fazer aquilo e o outro discípulo fala que ele tinha tomado Red Bull. Porém Jesus responde falando que apenas estava andando onde tinha pedras.

A peça publicitária incomodou diversos evangélicos, que estão fazendo campanha para tirá-la do ar.

“Negar os milagres de Jesus ridicularizando-o é uma afronta à comunidade cristã e um desafio ao próprio Deus”, declarou, sobre o comercial, o pastor Rogério Silva, da Assembleia de Deus Ministério New Life, em Campinas, ao blog Sandoval O Protestante.

Um texto no blog Assem-Bereia de Deus criticando o comercial afirma que apesar de o vídeo ridicularizar a imagem de Jesus, os evangélicos não se mobilizam para ir aos tribunais protestar contra, pedindo aos responsáveis pelo comercial para reverem suas atitudes. O autor do blog ressalta que, “além de cristãos, somos cidadãos e exigimos respeito, assim como eles também querem”. “Nossa fé não é abalada por causa de comerciais inúteis como este, e nossa fé é intocável”, afirmou o blogueiro.

Fonte: Gospel Mais – Notícias

Um texto no blog Assem-Bereia de Deus criticando o comercial afirma que apesar de o vídeo ridicularizar a imagem de Jesus, os evangélicos não se mobilizam para ir aos tribunais protestar contra, pedindo aos responsáveis pelo comercial para reverem suas atitudes.

A VERSÃO DO MARKETING

Apesar desse vídeo ofender a crença de milhares de pessoas, não deixa de ser apenas uma peça de marketing, isso não fará ninguém mudar a sua concepção sobre a história bíblica e sobre o milagre. Além do mais isso mostra que a pessoa que bolou o comercial, teve criatividade o suficiente para criar um novo enredo baseado em um que já existe, porém isso não fez com que alterasse a história descrita na Bíblia. Uma comparação interessante, é o fato da Sony ter “destruído” o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, no filme “2012″. A Arquidiocese do Rio de Janeiro, processou a mesma pelo ato, porém esse processo foi perdido pois não houve danos reais.

EUA faz campanha contra Apocalipse Zumbi


o Portal G1, publicou uma matéria interessante sobre uma campanha contra o apocalipse zumbi que a Agência de Saúde dos EUA está fazendo, veja ela na íntegra:

Uma pesquisa informal conduzida na internet indicou que 95% das pessoas que leram uma história em quadrinhos sobre um apocalipse zumbi se diziam preparadas para lidar com qualquer tipo de situação de emergência nos Estados Unidos. Os entrevistados afirmaram que sabiam como funcionaria a resposta do governo para uma epidemia, conseguiriam preparar um kit de emergência e saberiam como obter informações sobre prevenção e combate a qualquer ameaça. Tudo graças à HQ sobre mortos-vivos.


Por mais cultuados como fenômeno pop que os zumbis tenham se tornado, o tema ganhou contorno mais sério e foi usado como metáfora de ameaças reais pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças do governo dos Estados Unidos (CDC, na sigla original), que se baseou em ficções como a série “The Walking Dead” para criar sua campanha de informação mais bem-sucedida, incluindo um portal de informações e a HQ sobre o tema.

“Este foi o primeiro projeto a se tornar realmente viral e atrair tanta atenção”, explicou Maggie Silver, pesquisadora do CDC e autora da campanha da agência americana que usou zumbis como metáfora, em entrevista ao G1.

“No começo, estávamos nervosos sobre como as pessoas veriam a campanha, mas zumbis foram uma ótima metáfora para emergências reais”, disse.

Segundo ela, a campanha mostrou que uma agência governamental pode ter senso de humor, mesmo ao abordar um assunto muito sério. “Pode ser a melhor forma de levar a informação para as pessoas e fazer com que elas se interessem pelo assunto”, disse.

Com os zumbis, ela explicou, foi possível levar para as pessoas a informação de que, “seja um apocalipse zumbi, um furacão ou um terremoto, o importante é estar preparado, pois isso pode ajudar na sobrevivência a emergências em geral”, disse.

Viral


A campanha começou com um simples post no blog da agência americana. “O CDC sempre incentivou sua equipe a pensar ideias que ajudem a divulgar o trabalho da agência a divulgar importantes mensagens relacionadas a saúde”, explicou Silver. A referência bem-humorada chamou tanta atenção que o site da agência acabou criando uma página só para a questão dos zumbis, e publicou a história em quadrinhos sobre o tema.

A HQ dos zumbis gerou reação internacional, e muitos parceiros de agências de outros países passaram a procurar o CDC para entender como foi a campanha, disse Silver.

“Conseguimos atrair apoio internacional, e outras agências gostaram da ideia e decidiram usar zumbis em campanhas próprias.”

O principal foco da campanha é em prevenção de emergências e em preparação das pessoas para o caso de algo grave acontecer. “Estar preparado para qualquer emergência, seja um desastre natural, uma pandemia ou um evento com causas humanas ajuda muito. A preparação salva vidas, economiza dinheiro e facilita na recuperação. Quanto mais gente preparada, melhor é uma reação a qualquer tipo de emergência”, disse Silver.

Metáfora

Apesar da defesa de que estar consciente dos riscos de uma emergência é muito importante, Silver explicou que a agência dos EUA não espera que um vírus zumbi possa vir a existir de verdade.

“O CDC não está preocupado com um vírus zumbi, mas nos preocupamos com várias pandemias que aparecem a cada dia e focamos neste trabalho para proteger o público.”

Segundo ela, a metáfora foi a melhor forma de atrair a atenção do público para a importância de estar preparado e saber como reagir a outros tipos de pandemia.

Um dos principais exemplos de ameaça real com que a agência tem que lidar regularmente é a gripe suína, que se espalhou rapidamente por vários países dois anos atrás e criou tensão global.

“A gripe suína mostrou como um vírus pode se espalhar e se transformar em uma epidemia de forma rápida, espalhando medo pelo mundo. Temos que lidar com novos vírus o tempo todo, como aconteceu com a gripe suína dois anos atrás e como acontece de forma silenciosa em diferentes partes do mundo, até mesmo com surtos de ebola”, disse. Segundo Silver, a maior parte dos casos não se torna conhecida do público e é controlada em escalas locais, sem permitir que epidemias se espalhem.

“Na historia em quadrinhos, mostramos uma reação organizada e eficiente do CDC porque lidamos com coisas deste tipo todos os dias e realmente nos preparamos para saber como lidar com qualquer tipo de emergência e proteger as pessoas”, explicou.

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