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Facebook pode adicionar botão ´Quero

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O Facebook pode adicionar o botão "Quero" na rede social. Um desenvolvedor encontrou indícios de que os testes da nova funcionalidade já começaram.
Segundo o site Inside Facebook, Tom Waddington, desenvolvedor do Cut Out + Keep, encontrou traços de que o Facebook adicionou esse novo botão no kit de programação fornecido pela rede social aos seus desenvolvedores. Assim, empresas e profissionais podem criar programas que funcionem na plataforma do Facebook.
Para Waddington, o botão “Quero” funcionará com os objetos marcados como produtos. Além disso, o site do desenvolvedor traz uma simulação do uso do botão "Quero".
No blog de Waddington, o novo botão aparece com texto em azul escuro contra um fundo em azul claro, assim como o botão "Curtir". A diferença é que o botão "Curtir" tem a imagem de um polegar para cima, enquanto o "Quero" contém um sinal de positivo.
Vale lembrar que o botão “Curtir” permite que a rede social colete informações sobre os gostos de seus usuários. Por sua vez, o “Quero” pode ser um indicativo de que o Facebook deseja descobrir quais os desejos das pessoas que estão na rede. Portanto, se for instalado, o novo botão reunirá ainda mais informações sobre as intenções de compra de milhões de usuários.
Segundo o Mashable, quando o Facebook foi questionado sobre o novo botão, a rede social disse que sempre testa novas funções, mas ainda não tem nada novo para anunciar.

Facebook adiciona ícone especial para casamento gay

O Facebook começou a disponibilizar um novo ícone para casais gays que adicionarem seu casamento à Timeline da rede social. Em vez do tradicional novo e noiva, o novo ícone mostra duas pessoas do mesmo sexo de mãos dadas.
O ícone foi notado pela primeira vez no fim de semana, no perfil do cofundador do Facebook, Chris Hughes, que se casou com seu companheiro Sean Eldridge.
Entre as cerca de 1.900 pessoas que curtiram a atualização, estava o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.
Em fevereiro do ano passado, o Facebook já havia disponibilizado para usuários americanos a opção de status “Em uma união civil” ou “Em uma parceria doméstica”.
Na ocasião, a empresa informou que a nova opção foi implantada devido a pedidos feitos pelos próprios clientes.
Antes, o Facebook havia feito uma parceria com a GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation) para coibir a prática do bullying contra homossexuais.
Apesar disso, em março desse ano, a rede social baniu uma página que publicou uma foto de dois homens se beijando. Na ocasião, a empresa alegou que a página foi apagada por uma falha técnica.

43% dos usuários brasileiros assistem TV enquanto navegam na web


Pesquisa realizada pelo IBOPE Nielsen Online revelou que 43% dos internautas brasileiros assistem TV enquanto navegam na web.
O fenômeno chamado Second Screen (onde o usuário permanece conectado a um segundo dispositivo como laptop, tablet ou smartphone enquanto assiste televisão) já é consolidado em países como Estados Unidos e atrai a atenção de pesquisadores e publicitários.
Segundo a pesquisa, 59% dos entrevistados que afirmaram consumir TV e internet simultaneamente o fazem todos os dias; 13% o fazem de quatro a seis vezes por semana; 20% o faz de duas a três vezes por semana; enquanto 7% o faz apenas uma vez por semana ou menos.
Mais de 70% dos consumidores simultâneos afirmam que procuram na internet informações sobre o que está sendo mostrado na TV. Outros 80% admitem ter ligado a TV ou trocado de canal motivados por uma mensagem recebida pela web.
“O consumo simultâneo de televisão e de internet mostra que não há abandono de um meio em prejuízo do outro e que há a oportunidade de explorar a grande afinidade que os brasileiros têm pelos dois meios”, afirma o analista de mercado do IBOPE Nielsen, José Calazans.
Na hora de comentar a programação nas redes sociais, os jovens com idade entre 15 e 19 anos são os mais ativos.
A pesquisa foi realizada em 13 regiões metropolitanas com pessoas de 10 anos ou mais de idade, entre os dias 13 e 29 de fevereiro deste ano.

Facebook tira do ar função GPS de amigos


O Facebook retirou do ar, sem se pronunciar, a função que permitia encontrar amigos localizados próximos geograficamente ao usuário.
Por meio dela, usuários poderiam encontrar contatos próximos, como os presentes em uma conferência ou em um evento, por exemplo.
Inicialmente, a função se chamava Friendshake, mas teve seu nome alterado para Find Friends Nearby (Encontre amigos nas imediações, na versão em português).
A função estava disponível dentro do app da rede social por meio do caminho: menu > aplicativos > localizar amigos > encontre amigos nas imediações. Também podia ser acessada pelo navegador pelo endereço fb.com/ffn.
Hoje, ambos os caminhos estão indisponíveis.
De acordo com o engenheiro do Facebook, Ryan Patterson, a função foi desenvolvida por ele e outro colega durante uma maratona hacker. Mas ainda encontrava-se em beta.
Caso seja relançada, o Facebook deverá utilizá-la para competir com outros apps similares, como o Highlights e o Banjo.

Leandra Leal e Mariana Ximenes vivem romance lésbico no cinema

Antonia é uma jovem de vinte e poucos anos que vive um namoro estável com o seu parceiro Pedro, mas a paixão entre os dois estremece com a chegada de Luana, por quemAntonia se apaixona e se entrega a um intenso romance.

Daí por diante, sentimentos como sedução, angústias e medo do futuro tomam conta do caso e dão a tônica ao filme“O Uivo da Gaita”, que usa referências de gêneros clássicos para desvendar uma história de amor entre duas mulheres.

O drama lésbico traz as atrizes Leandra Leal e Mariana Ximenes em tórridas cenas de amor. Rodado em apenas sete dias no Rio de Janeiro, o longa-metragem é dirigido pela dupla Bruno Safafi e Ricardo Pretti e é coproduzido pelo Canal Brasil.

A estreia está prevista para o primeiro semestre de 2013 e faz parte do projeto "Operação Sônia Silk", que deve utilizar o mesmo elenco em outros dois longas-metragens.



Cenas de sexo lésbico com Mariana Ximenes foram fáceis, afirma Leandra Leal

Leandra Leal e Mariana Ximenes protagonizaram cenas quentes durante a gravação do longa O Uivo da Gata, mas isso não preocupou as atrizes. Leandra Leal afirmou, em entrevista à Revista VIP, que a amizade de longa data com Mariana Ximenes ajudou durante as cenas: “Eu e a Mari somos muito amigas, e facilita quando você já tem uma afinidade com a outra pessoa.”

Mariana Ximenes também não pareceu nada desconfortável com o trabalho. No evento Decora Etna, em São Paulo, ao ser questionada sobre os beijos na boca com Leandra Leal, a atriz afirmou: “Foi tranquilo, tudo certo. Tudo vale para dar a vida aos personagens e contar uma história que a gente acredita.”

Em O Uivo da Gata, Mariana Ximenes interpreta uma mulher casada que se apaixona pela personagem de Leandra Leal, e as duas dão vida ao apimentado romance.

Regina Bittar, 'a voz' brasileira do Google Tradutor

Locutora não é reconhecida nas ruas,mas todos conhecem sua voz.

"Tenho a sensação que minha voz transmite sensualidade. Caiu na graça dos brasileiros"

Regina Bittar faz parte de um restrito grupo de profissionais que não é reconhecido pelo rosto, mas pela voz. Se você já usou alguma vez o Google Tradutor – serviço da web que permite a tradução instantânea de textos entre 64 idiomas e os verte para áudio – provavelmente já ouviu "a voz". Ela é, desde maio de 2010, a "locutora" oficial do serviço.

Para emprestar sua voz ao Google, a brasileira de 50 anos, nascida em Santos, fez uma longa série de gravações prévias, em que fazia leitura de textos. Para isso, viajou em 2009 à Suíça, onde os registros foram feitos. Os detalhes técnicos da operação, contudo, são mantidos em sigilo pela companhia – e por sua locutora oficial no país.

"Fui convidada a viajar para a Europa e, durante sete dias ininterruptos, fiz gravações sem saber qual seria o destino do trabalho", diz Regina. "Fiz uso de recursos tecnológicos avançados, como microfones que captam até ruídos no estômago e só descobri que meu trabalho se tornou um serviço do Google quando o recurso foi lançado."

Assim que o serviço estreou, "a voz" foi reconhecida. Começou, então, o assédio. "Meus filhos me ligam dizendo que algum amigo não acredita que sou eu. E, então, pedem que eu diga alguma coisa ao telefone para provar que 'a voz' é minha", conta. Invariavelmente, o interlocutor se delicia ao ouvir "a voz" dizer alguma frase personalizada.

Na internet, o serviço vem sendo útil para muita gente. Também tem servido como canal de piadas: há usuários que digitam frases triviais ou inusitadas – valem pedidos de pizza, conversa com apresentadores de TV e até declarações de amor – e usam o áudio produzido pelo serviço para fazer graça. "Conheci um casal paulista que conversa usando o serviço", diz Regina. Como diz o ditado, o amor se expressa das mais diversas formas.

"Foi uma surpresa ver meu trabalho sendo útil a um recurso tão importante", diz a locutora, que tem no currículo duas décadas de trabalho e diversas atuações em TV. "Tenho a sensação que minha voz transmite sensualidade. Por isso, caiu na graça dos brasileiros."

Jô Soares entrevista Regina Bittar





Facebook vai permitir editar comentários

O Facebook irá disponibilizar aos usuários uma nova função por meio da qual será possível editar comentários já publicados. Até então, a única forma de desfazer um comentário era excluí-lo.
De acordo com o site Mashable, a publicação irá manter um histórico das edições, para evitar que as conversas sejam distorcidas.
A nova função já está disponível para alguns usuários e deve ser disponibilizada para todos ao longo das próximas semanas.
O Facebook é a maior rede social da atualidade com mais de 901 milhões de usuários. No Brasil, cerca de 48 milhões de pessoas utilizam o serviço.




Falha em servidor derrubou o Twitter


A queda do Twitter, no meio dessa tarde, ocorreu por causa de um bug em um dos seus servidores. O problema, segundo informações do Twitter Comms, gerou um efeito cascata, atingindo outros itens da infraestrutura do microblog.
A falha deixou milhares de usuários do mundo todo sem acesso ao serviço. A página estava intermitente desde às 13 horas, e somente a partir das 17 horas voltou a funcionar normalmente.
Com o erro, a famosa página de erros do serviço (com a imagem da baleia) não apareceu. O site todo ficou inacessível, inclusive por aplicativos de terceiros, levantando suspeitas de um possível ataque hacker.
Para notificar usuários e esclarecer sobre a queda do serviço, o Twitter teve que utilizar uma página no Tumblr, chamada Twitter Status, com a seguinte publicação: "Usuários podem encontrar problemas para acessar o Twitter. Nossos engenheiros estão trabalhando para resolver o problema". Mais tarde, uma pequena atualização foi adicionada ao post do Tumblr, afirmando novamente que estavam tentando consertar o erro.
Usuários com smartphone conseguiam acessar o serviço em sua versão móbile, que também apresentava lentidão.

Meus pais estão no Facebook, e agora?


Uma pesquisa realizada pela ComScore em dezembro de 2011 afirma que, no último ano, houve um aumento de 80% na taxa de acesso às redes sociais por pessoas com 55 anos ou mais. Isso significa que, hoje, existem muito mais pais nas redes sociais do que no início desta moda.

Com a entrada deste público houve também uma ligeira mudança de comportamento dos filhos, especialmente entre os adolescentes. O jovem Rian Ávila Pereira, de 13 anos, diz estar mais atento aos seus posts depois que a mãe passou a utilizar a rede. “Eu fico com medo dela pegar no meu pé por causa de uma foto ou zoação”, comenta.

Nos últimos meses, Rian diz ter parado de postar certas mensagens ou fotos porque já viu muitos casos em que os pais de seus amigos levaram as brincadeiras da rede para a vida real. Ele mesmo passou por uma situação semelhante: sua mãe fez um comentário sobre uma de suas fotos que o deixou bastante envergonhado. "Estava abraçado com uma amiga e ela perguntou se aquela menina era minha namorada", lembra. "Também já aconteceu de eu tirar nota ruim e minha mãe me tirar o computador por saber que era a internet que me atrapalhava", conta.

Além da mãe, Rian ainda teve que conviver com professores no Facebook, mas esta experiência não durou muito. Com medo de ser julgado pela quantidade de tempo que passa na internet, ele bloqueou o "mestre" e diz ter ficado mais aliviado. Já com a mãe, o medo é tanto que nem o bloqueio ele tentou. Segundo ele, o professor jamais o contestaria por isso, já sua mãe sim. "Não tem o que fazer, eu vou levando, o bom é que minha mãe não entra toda hora", conclui.

Com cerca de 800 milhões de usuários, o Facebook é uma das redes que mais possui pais conectados. Muitos deles são tão ativos quanto seus filhos, como é o caso de Sandra Aguiar, de 54 anos. Ela está sempre online compartilhando posts com amigos e familiares, incluindo seus dois filhos: Pedro e Nara Chavedar. Para Pedro, estudante de jornalismo de 23 anos, ter uma mãe conectada é bacana, no entanto, ele admite que, mesmo de forma inconsciente, acaba filtrando o que vai postar. "Tenho um filtro natural que independe da presença da minha mãe, mas existem coisas específicas que penso nela. É uma questão de respeito", diz.

O jovem comenta que o seu receio é pelo tom que as coisas ganham na internet. Na rede, uma frase pode ser interpretada de diversas formas e, dificilmente, é possível se explicar. "Não é preocupação, mas eu fico esperto, até porque tem muitos amigos que não sabem que minha mãe está no Facebook e podem postar coisas que ela não entenderia", ressalta. "Mas, acho que quem está na chuva é pra se molhar. Eu não bloquearia minha mãe ou criaria um grupo somente para a família, porque acho que isso foge do intuito do Facebook. Se você está se expondo, se exponha a todos e mantenha um filtro universal", explica.

O interessante é que, no caso de Pedro, quem faz o papel de pai é ele. O futuro jornalista diz que reprova um pouco a forma como a mãe utiliza o site, porque acredita que ela se expõe demais. Para ele, a ferramenta deve ser usada para trazer benefícios e não só como uma plataforma para as pessoas publicarem detalhes de suas vidas pessoais. "Acho que ela [a mãe] poderia usar a rede para divulgar mais a escola dela e conversar comigo e minha irmã, que moramos longe", finaliza.

Já Nara, de 21 anos, irmã de Pedro, não se importa com a forma que sua mãe utiliza o Facebook. Ela conta que se diverte com as coisas que sua mãe posta e acredita que o principal motivo de Sandra estar online é para acompanhar a vida dos filhos. Obviamente, nem tudo são flores. Ambas já tiveram problemas por causa da amizade virtual. Recentemente um comentário de Sandra em uma foto postada por uma amiga de Nara rendeu discussão na família. "Eu tenho uma relação muito boa com a minha mãe, por isso tive liberdade de pedir para que ela apagasse os comentários que fez na foto e no meu mural", comenta. "Eu não me podo em nada por ter minha mãe na rede, mas fico receosa com os posts de amigos e a interação entre eles e minha mãe", conclui.

A jovem Stela Alvarenga Lopes, de 21 anos, também tem uma ótima relação com os pais e, segundo ela, isso se reflete no mundo digital. Para ela, quanto mais próximos e íntimos dos pais, menos problemas e restrições os jovens terão. "Eu vejo a entrada dos pais no Facebook como algo positivo. Isso significa que eles não se fecharam para as novidades. Além disso, é um espaço para gerar diálogo entre as gerações", diz. O mesmo acontece com Pedro Bisordi Taraboulous, de 18 anos. A relação entre ele e sua mãe, Meire, é tão boa que ela chega a questioná-lo antes de publicar algo que possa envergonhá-lo. Em casa, ambos batem papo sobre as interações na rede e nunca tiveram problemas.

Cuidado: mãe de olho!

Existem aqueles pais que não têm medo de admitir que estão no Facebook apenas para monitorar seus filhos, como é o caso de Silvana Gomes Sousa. Ela confessa que segue os passos dos filhos Ítalo Talmon e Caio Luiz e que, inclusive, dá bronca quando vê algo que não agrada. "Vi uma foto do Ítalo com um cigarro na mão, quando cheguei em casa pedi explicações na hora e mandei ele tirar aquela foto do ar", conta.

Para a jornalista, professora, especialista em mídias sociais e mãe, Ivone Rocha, é preciso uma relação transparente com os filhos para que a amizade na rede não se torne complicada. De acordo com ela, mais do que um preparo das crianças e adolescentes, é necessário que os pais entendam o intuito das mídias sociais e saibam orientar seus filhos para que eles façam um bom uso da rede. "Os pais devem instruir e não proibir. Na geração X a proibição funcionava, agora, com a geração Y e outras mais recentes, isso não funciona", explica.

Ivone ainda comenta que, na internet, os filhos não devem se podar, assim como os pais não podem monitorá-los. A relação deve ser transparente para que, quando haja algum problema, não gere briga e sim diálogo. "O papel da rede deveria ser gerar diálogos, mas isso não ocorre por questões culturais. Eu acredito que as mídias sociais são importantes para fortalecer as relações familiares", ressalta. Ela ainda finaliza: "somente uma boa relação fora da internet pode gerar uma boa relação dentro da internet".


Usando as ferramentas

Se você não fica muito à vontade com os seus pais no Facebook, lembre-se que existem ferramentas na rede social que podem resolver este problema. Para selecionar quem pode ver o seu post, por exemplo, vá em "Status", selecione "Amigos", clique em "Personalizado" e escreva o nome dos usuários que não poderão ver a mensagem. O contrário também é possível. Você escolhe quem poderá enxergar sua atualização.

Ainda existe a opção de bloquear algum usuário. Para isso, vá na página da pessoa, clique no botão ao lado de "Mensagem" e escolha "Denunciar/Bloquear". Deixe a opção "Bloquear" selecionada e pronto. Você e este usuário não poderão mais se ver dentro da rede. É importante saber que, ao bloquear, a pessoa não saberá que foi excluída do seu Facebook, mas, com o tempo, ela poderá perceber que você não faz mais parte da lista de amigos. Ou seja, pode ser que, em alguma momento, seus pais percebam que você os bloqueou e isso pode desencadear uma série de problemas. Portanto, pense duas vezes antes de bloqueá-los.

Quer contribuir com a matéria? Se você tem pais ou filhos na rede social, conte-nos como é a relação de vocês e como vocês lidam com isso. Também aproveite o espaço para dar dicas de como evitar confusões por causa da internet.

Metade dos usuários do Facebook já excluiu alguém por "chatice"

Atualizações de status desnecessárias, curtir inúmeras páginas, compartilhamento de artigos tolos. Essas são algumas das ações que levam um usuário a excluir um outro no Facebook.
De acordo com uma pesquisa feita pelo site MyVoucherCodes, 46% dos usuários britânicos da rede social já excluíram um contato porque estavam cansados de suas ações na rede social.
Outros 50% afirmaram que já cancelaram a assinatura de um amigo pelo mesmo motivo. Entre esses, o interesse em ainda visitar o perfil da outra pessoa foi o principal motivo para a não exclusão.
"Muitos usuários consideram aborrecedor o fato de ver o avatar da mesma pessoa dizendo algo toda vez que acessam a rede social”, afirmou o presidente do MyVouchersCode, Mark Pearson ao jornal Daily Telegraph. “É preciso saber usar o serviço com moderação”, completou.
Desde setembro do ano passado, o Facebook permite aos seus usuários seguir as atualizações de um contato sem adicioná-lo ou fazer o caminha inverso, cancelando a assinatura de um amigo.
O Reino Unido é o sexto país em número de usuários no Facebook, com cerca de 31 milhões. A pesquisa entrevistou 1.750 pessoas.

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