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Análise em profundidade: Federais empurrar um romance poucas teorias em caso MegaUpload


A acusação do Departamento de Justiça obteve este mês contra o MegaUpload, um armário e popular online de compartilhamento de arquivos, inclui alegações de que executivos da empresa pessoalmente exportados e importados conteúdo de direito autoral - uma acusação familiar em casos de pirataria online. Mas acrescenta um par de voltas intrigante que borrar a distinção entre as acções que promovem a pirataria e aqueles que desencorajá-la. E ela ecoa o argumento por grandes gravadoras e estúdios de cinema que o conteúdo de compartilhamento de plataformas têm o dever de monitorar seus usuários em caso de infracções, uma afirmação que os tribunais dos EUA em grande parte rejeitada.

As alegações contra o núcleo Dotcom Kim e seus colegas no MegaUpload, se for verdade, fazer o caso que os funcionários da empresa sabia sobre a atividade ilícita e, ao invés de honrar os pedidos de detentores de direitos autorais para pará-lo, incentivou-lo. Além de executivos acusando (a acusação se refere a eles coletivamente como o "Conspiracy Mega") de pessoalmente infrator, a acusação alega que a empresa copiou vídeos do YouTube atacado sem permissão, fez duplicar os links para o conteúdo que iria ficar vivo depois de detentores de direitos autorais forçado o link original para ser removido, e pagou contas de infratores reincidentes, em vez de proibi-los.

A acusação também descreve MegaUpload modelo de negócios como incompatíveis com os usos legítimos de um serviço de locker convencionais, tais como backup de arquivos, armazenamento e consolidação. Para aumentar a receita de anúncios exibidos em sua página de downloads, a empresa incentiva os usuários MegaUpload fazer upload de arquivos que são populares com outros clientes MegaUpload, a acusação afirma, acrescentando: "Como apenas uma pequena porcentagem de usuários Megaupload.com pagar pela utilização do estratégia de sistemas Conspiracy, Mega de negócios para a publicidade exige maximizar o número de downloads online (ou seja, distribuição de conteúdo), que também é inconsistente com o conceito de armazenagem privada. "

Então pode ser que MegaUpload é, de fato, uma conspiração, grande lucrativa para tirar proveito do amor de usuários da Internet "de grátis (e ilegal) downloads. Ainda assim, fiquei impressionado com o quão longe a acusação vai encontrar algo nefasto em passos MegaUpload tomou para tornar mais difícil para os usuários a infringir. Exemplos incluem as seguintes alegações:MegaUpload fornecido nenhum índice ou função de pesquisa para o público, e local da irmã MegaVideo filtrada seus resultados de busca para remover conteúdo com copyright. Que parece ser uma coisa boa do ponto de vista anti-pirataria, mas a acusação alega que é uma coisa ruim porque tornou mais difícil para os detentores de copyright para ver o quanto a pirataria estava ocorrendo no serviço. (Outros, sites afiliados fornecem a capacidade de pesquisa armários MegaUpload. A acusação alega que os executivos da companhia sabiam e contou com esses sites para gerar o tráfego que monetizados através da venda de publicidade.)
A lista dos "Top 100" arquivos em MegaUpload é editado para excluir trabalhos com direitos autorais. Você pode interpretar isso como um esforço para evitar alertar os utilizadores para arquivos infringir disponível nos armários. A acusação, no entanto, afirma que "faz o site aparecer mais legítimo e esconde o conteúdo copyright infringir populares que impulsiona sua receita."
Os usuários não podiam transmitir um arquivo no site MegaVideo filiados há mais de 72 minutos a menos que fossem pagos os assinantes MegaUpload. Embora isso seja um segmento de longos, não é tempo suficiente para assistir a um filme de Hollywood típica. A acusação sustenta que o ponto não foi para desencorajar visualização de filmes ilegais, mas sim ganhar dinheiro com ela.

O indiciamento também alega que os executivos MegaUpload promoveu sua conspiração para violar direitos autorais por meio de ações que não tomar, incluindo o seguinte:

[T] ele Conspiracy não fez nenhum esforço significativo para identificar os usuários que estavam usando os Sites Mega ou serviços para infringir direitos autorais, para evitar o envio de cópias ilícitas de materiais com direitos autorais, ou para identificar cópias de infringir direitos autorais de obras localizados em servidores controlados pelo computador conspiração.

Em outras palavras, a empresa está sendo acusado de não monitorar o que cada um de seus usuários fez no seu serviço, não inspecionar o conteúdo, uma vez que estava sendo carregado para violações de direitos autorais, e não vasculhar seus servidores para o material ilícito. Mas isso é inconsistente com as decisões de vários tribunais federais, que têm sustentado que empresas on-line não têm dever de fiscalizar seus serviços para prevenir a violação ou detectá-los depois que eles ocorrem. Em vez disso, cabe aos proprietários de direitos autorais para alertá-los para arquivos infrator, pelo menos até que uma empresa foi considerada culpada e condenada a parar a pirataria.

Na sua decisão Grokster, a Suprema Corte considerou que a decisão de uma empresa não monitorar ou uploads usuários filtro 'poderia ser um fator para determinar se a intenção de induzir a infracção. Mas, em nota de rodapé à opinião da maioria, o juiz David Souter, escreveu: "na ausência de outras evidências de intenção, um tribunal seria incapaz de encontrar responsabilidade violação contributiva apenas com base em uma falha de tomar medidas afirmativas para evitar uma infracção, se o dispositivo caso contrário era capaz de usa noninfringing substancial. "

Um serviço on-line tem locker óbvio "usa noninfringing substancial", incluindo o tipo de colaboração que algumas músicas e luminárias indústria do cinema tout em um vídeo promocional (acima) para o site. Mas o Departamento de Justiça, sem dúvida, argumentar que ele tem muitas provas de que os executivos da empresa destinadas a promover a infracção, começando com as recompensas em dinheiro.



fonte:http://opinion.latimes.com/opinionla/2012/01/copyrights-feds-push-novel-theories-in-megaupload-case.html

Congresso americano adia votação e indica fim da da Sopa/Pipa

O Congresso norte-americano adiou a votação da Protect IP Act (Pipa) e da Stop Online Piracy Act (Sopa) nesta sexta-feira (20/01). A decisão foi tomada devido à recente onda de protestos na internet.

A Pipa, que seria votada na terça-feira (24/01), foi postergada e ainda não foi divulgada uma data para a votação, afirmou o chefe da maioria democrata do Senado, Harry Reid. A notícia foi dada pela imprensa internacional.

Já a Stop Online Piracy Act, a Sopa, foi adiada pelo senador republicano Lamar Smith. “Está claro que nós precisamos rever a abordagem sobre a melhor forma de resolver o problema de ladrões estrangeiros que roubam e vendem invenções e produtos americanos.”

A postergação da votação do Sopa veio menos de uma hora após líderes do Senado norte-americano votarem pelo adiamento das discussões do projeto Pipa.

Facebook, Twitter, Google e Amazon podem bloquear acessos de usuários em forma de protesto

O Facebook, o Google, o Twitter e a Amazon, entre outras empresas membros do NetCoallition, podem interromper os acessos dos usuários e seus serviços de maneira coordenada em forma de protestos contra a lei antipirataria Stop Online Piracy Act (da sigla em inglês Sopa), que está em pauta no Senado dos Estados Unidos. A informação é da imprensa internacional.

A lei diz que o conteúdo reproduzido e publicado ilegalmente é de responsabilidade dos sites e afirma que as companhias de internet devem encontrar meios de impedir a disseminação. Os que não respeitarem a lei podem ter seus sites fechados e serem condenados a até cinco anos de prisão.

De acordo com a FoxNews, o diretor da organização, Markham Erickson, a Mozilla já teve seu dia de blackout e a Wikimidia pensaria em realizar algo parecido. “Um grande número de companhias discutem essa possibilidade”, afirmou. Empresas como a Sony, Disney, Universal e Paramount apoiariam a medida.

Na segunda-feira (02/01), um vídeo atribuído ao grupo de hackers Anonymous ameaçava a Sony pelo apoio dado a Sopa. Os ativistas afirmam que o suporte a Stop OnLine Piracy Act vai restringir o acesso de vários sites. A ameaça afirmava que “o apoio a esta lei é uma sentença de morte para a Sony Company and Associates”. E continuou: “portanto, decidimos destruir a sua rede. Vamos acabar com vocês a partir da internet. Prepare-se para ser extinta”.

Mark Zuckerberg diz que Sopa e Pipa prejudicarão internet


O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou na quarta-feira (18/01), por meio de sua página na rede social, que é contra as leis antipirataria que tramitam no congresso americano, Sopa e a Pipa, e afirmou que essas legislações irão prejudicar a internet. “A internet e a ferramenta mais poderosa que temos para criar um mundo mais aberto e conectado. Não podemos deixar que leis mal pensadas fiquem no caminho do desenvolvimento.”

Zuckerberg continuou. “O mundo precisa de líderes políticos que são a favor da internet. Trabalhamos com muitas dessas pessoas por meses em melhores alternativas para as propostas atuais.”

A quarta-feira foi marcada por protestos às leis que devem ser votadas em fevereiro. A Wikipédia tirou sua página do ar com uma mensagem contra a Sopa e o Google colocou uma tarja preta em seu logo da página de busca.

WordPress e TwitPic se juntam aos protestos contra Sopa


Mais companhias e sites de internet decidiram se juntar aos protestos contra as lei aintipirataria americanas, a Sopa e a Pipa (o Protect IP Act). Entre eles o WordPress e o Twitpic. O Google e a Wikipedia estão manifestando desde a manhã desta quarta-feira (18/01).

Para os protestantes a lei tornaria qualquer site que possua links – mesmo que enviado pelos usuários – inoperáveis ou suscetíveis ao governo.

A intenção com essas manifestações é mostrar, para os usuários de internet, como as pessoas seriam afetadas se o congresso americano decidir aprovar esses projetos.

Sopa

Nos Estados Unidos a Stop Online Piracy Act causa confusão entre as empresas produtoras de conteúdo e as companhias de internet.

Além dos protestos das companhias de internet, também como forma de retaliação a nova lei, a organização Anonymous ameaçou derrubar, mais uma vez, os serviços da Sony.

Boatos que correram na terça-feira (17/01) davam conta de que o projeto poderia ser modificado ou até mesmo abandonado, após a Casa Branca também ter feito críticas a lei.

A Sopa diz que o conteúdo reproduzido e publicado ilegalmente é de responsabilidade dos sites e afirma que as companhias de internet devem encontrar meios de impedir a disseminação. Os que não respeitarem a lei podem ter seus sites fechados e serem condenados a até cinco anos de prisão.

Fim da Sopa: leia justificativa do senador Lamar Smith

Lamar Smith, senador dos EUA: eu voltarei


O Senado norte-americano decidiu adiar nesta sexta-feira (20/01), por tempo indeterminado, a votação do projeto de lei Stop the Piracy Act (Sopa). O principal defensor da matéria, Lamar Smith, divulgou um comunicado explicando sua decisão, mas alertou que a interrupção da votação, que ocorreria na próxima terça-feira (24/01), não significa o fim da discussão sobre a pirataria online, que custa US$ 100 bilhões anuais aos Estados Unidos.

Leia a carta:



“Ouvi criticas e avaliei seriamente suas preocupações sobre a legislação proposta para resolver a questão da pirataria online. É claro que precisamos revisitar a proposta em como melhor endereçar o problema de ladrões estrangeiros roubando e vendendo invenções e produtos norte-americanos.

A pirataria online é muito grande para ser ignorada. A indústria de propriedade intelectual norte-americana gera 19 milhões de empregados com altos salários e é responsável por mais de 60% das exportações dos Estados Unidos. O roubo da propriedade intelectual norte-americana custa à economia dos Estados Unidos mais de US$ 100 bilhões anuais e resulta na perda de milhares de empregos aos cidadãos.

O Congresso não pode ficar esperando sem fazer nada enquanto inovadores norte-americanos e criadores de emprego estão sob ataque. O roubo da propriedade intelectual dos Estados Unidos não é diferente do roubo de produtos em uma loja. É ilegal e a lei deveria ser reforçada tanto em lojas quanto no ambiente online.

O Comitê continuará trabalhado com políticas de copyright, companhias de internet e instituições financeiras para desenvolver propostas que combatam a pirataria online e protejam a propriedade intelectual norte-americana. Nós consideramos como bem-vindas ações de todas as organizações e indivíduos que tenham uma diferença honesta de opinião sobre como melhor endereçar esse problema generalizado. O Comitê reitera seu comprometimento para encontrar uma solução que proteja a propriedade e inovação norte-americanas.

O Comitê Judiciário vai adiar considerações sobre a legislação até que haja um amplo acordo para solução da questão.”

Depois dos vários protestos contra os projetos de leis americanos PIPA e SOPA, os congressistas americanos adiaram a votação dos projetos contra a pirataria.

O autor do SOPA (Stop Online Piracy Act em inglês, ou Lei para Parar a Pirataria Online) o deputado Lamar Smith, anunciou neste sexta-feira, 20/01, que adiará o projeto de lei até que haja um amplo acordo para a solução da questão. Já o PIPA (Protect Intellectual Property Act em inglês, ou Lei para Proteger a Propriedade Intelectual) foi adiado “por causa dos eventos recentes, disse o senador Harry Reid.

Na última quarta-feira, 18, milhares de sites da internet manifestaram-se contra os projetos. O Google colocou uma tarja preta em seu logotipo, já a wikipédia foi mais radical e tirou o seu site do ar para os EUA durante todo o dia.

O anuncio do adiamento do PIPA e SOPA, veio um dia depois do maior site de compartilhamentos de arquivos, o Megaupload, ser fechado pela polícia americana, FBI. O fundador e outros executivos foram presos. Em represália, uma onda de ataques a sites governamentais e de gravadoras foi anunciada pelo grupo Anonnymous.

Zuckerberg protesta contra Sopa e Pipa Fundador do Facebook usou perfil pessoal para se posicionar sobre os projetos


Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, fez pronunciamento oficial sobre os projetos de lei Sopa e Pipa, motivos do protesto que ocorreram na última quarta-feira (18).

Utilizando seu perfil pessoal, Mark definiu as leis como "mal pensadas" e garantiu que o Facebook sempre será contra qualquer ato prejudicial à web. "A Internet é a ferramenta mais poderosa que temos para criar um mundo mais aberto e conectado. Por isso, não podemos deixar que atrapalhem seu desenvolvimento", defende.

Zuckerberg também aproveitou para fazer um alerta aos políticos: "O mundo precisa de líderes políticos que são pró-Internet... Os encorajo a aprender mais sobre essas questões e orientar as autoridades para que sejam a favor da Internet", concluiu.

Mais de 469 mil usuários "curtiram" o texto do CEO, que foi compartilhado por aproximadamente 89 mil pessoas. O Facebook criou uma fanpage especialmente voltada para o assunto.

Fanpage criada pelo Facebook sobre os projetos de lei

SOPA, PIPA - Erros e mais erros, de ambos os lados

Uma breve análise do assunto da semana, que está colocando, de um lado as gigantes da internet, contra do outro as gigantes do entretenimento e música do EUA. Motivo: As leis antipirataria SOPA e PIPA.

Esta semana está sendo um marco para a internet e sua relação uso-privacidade-liberdade. Por dois motivos. Primeiro é as leis americanas conhecidas como SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect IP Act) que estão circulando no congresso americano para aprovação. MAAASSS dúvido que realmente sejam aprovadas.

"Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global"

FONTE: G1 (click aqui).

Segundo motivo deste marco para a internet são os níveis dos protestos que surgiram contra tais leis. Articulados principalmente pelos maiores "injustiçados" por estas leis - Wikipédia, Google, Yahoo, Facebook, Twitter, Wordpress(Plataforma de Blogs) e outros - e pelo Anonymous(grupo de hackers do mundo inteiro).

Os sites ameaçaram saírem do ar por determinado período como forma de protesto (dia 18/01 o Wikipédia cumpriu essa promessa, os outros apenas comunicaram que pretendem). Já o grupo de hackers derrubou vários sites do governo americano e da indústria do entretenimento, após a notícia de que o FBI teria realizado operação em conjunto com outras agências de outros países, prendendo fundadores e alguns funcionários do site MEGAUPLOAD.

Lendo aqui e ali na internet, artigos e notícias de ambos os lados disto, posso concluir algumas coisas:

1 - A questão central da discussão é a pirataria. Este é o problema central. Mas ambos os lados estão tomando atitudes e ações que não "resolvem" o problema diretamente. Tudo que vi até agora tenta indiretamente solucionar o problema. Nas empresas conhecemos isto como má administração, com ações ineficazes, longe do foco de resolução do problema real.

2 - As leis, por mais que estejam voltadas apenas para o EUA, tem impacto REAL sobre o mundo inteiro. Traduzindo, ninguém percebeu ainda que não existe mais esse conceito de fronteira definida nos dias de hoje, por causa da globalização. A maioria das ações, principalmente se envolver a internet, tem impacto MUNDIAL!!! Mudanças e alterações tem que serem tomadas por todos os envolvidos!

Ex 1: esta crise econômica e a de 1929, todas começaram por erros na economia americana, e afetaram profundamente o mundo inteiro.

Ex 2: A falta de política de direitos dos trabalhadores e de propriedade (intelectual, marcas, patentes e tals) na China, prejudica o COMÉRCIO MUNDIAL!

3 - Como todas as ações que estão sendo tomadas não observaram os pontos descritos acima, estamos prestes a ver uma Cyber GUERRA(algo inimaginável há 20 anos atrás), onde TODOS saíram perdendo e muito. O motivo: uma tempestade em copo de água, vazio.

4 - Os interesses políticos de empresas poderosas e o chamado Lobby político, com grandes somas de dinheiro envolvido, estão tentando resolver um assunto que envolve a ética (direitos de uso, propriedade e liberdade) com ações anti-éticas!!! DE AMBOS OS LADOS!!!

5 - A falta de verdadeiros empreendedores nas empresas de entretenimento americano. Ao invés de buscar alternativas aos negócios diante deste cenário (da internet e compartilhamento de "produtos"), que é IRREVERSÍVEL, estão buscando manter o antiguado e arcaíco negócio do jeito que está. As empresas dizem que perdem anualmente Bilhões com a pirataria, mas esquecem dos Bilhões que arrecadam por causa dela, já que a divulgação e propagação dos artistas e produtos aumenta. Traduzindo, estas empresas reclamam que perdem dinheiro com a venda dos DVD/CDs, mas não percebem que devido a "pirataria", seus artistas/filmes/músicas ficam mais famosas, conhecidas, aumentando a arrecadação com shows, cinema e outros produtos relacionados. Se calcular direitinho, as perdas e ganhos com isso deve dar "elas por elas".

Para terminar, posso dizer que já existem soluções para este caso, e que a pirataria sempre existirá. Faço minhas as palavras do Maurício Ricardo(do Charges.com.br), quando questionado sobre o assunto por um internauta de seu site, por ele "estar" de ambos os lados (produz e usa conteúdos na internet)



Internauta: "Você que está nos dois lados da polêmica (produz mas também usa conteúdos da Internet) é a favor ou contra a SOPA?"

Maurício Ricardo: "A essa altura você já sabe que SOPA é a sigla em inglês para "Stop Online Piracy Act", projeto de lei nos EUA que (falando beeeem por alto), sob o pretexto de combater a pirataria ameaça a liberdade da Internet, inclusive de expressão.

O que eu acho? Absurdo.

O caminho do combate à pirataria não passa pela repressão truculenta por uma razão óbvia: se o cara baixa pirataria é porque gosta do produto. Se gosta, mesmo praticando um ato ilegal, é um POTENCIAL CLIENTE.

O sempre esperto Steve Jobs salvou a indústria da música ao criar o iTunes, que chegou com um atraso gigantesco ao Brasil. Por que funciona? Porque você baixa músicas e vídeos com facilidade, preço baixo, qualidade, não tem que aguentar propagandas chatas e não corre o risco de infectar a máquina.

Milhões de pessoas aderiram ao produto.

Piratas sempre existirão: já existiam quando eu era adolescente e as pessoas iam às lojas de disco encomendar coletâneas de músicas em fita cassete. Mas o público que potencialmente pode pagar é - e sempre foi - gigantesco. O que os executivos com salários milionários tem a obrigação de fazer é encontrar atrativos para que as pessoas queiram pagar"

Sopa: como a lei antipirataria pode afetar o Brasil

Os projetos de lei norte-americanos Stop Online Piracy Act (Sopa) e Protect IP Act (Pipa) tiveram sua votação adiada, por tempo indeterminado, por conta da mobilização contrária às propostas. Mas há um alerta importante a ser feito: uma vez que voltarem à pauta de discussão, as normas antipirataria podem ultrapassar as barreiras dos Estados Unidos e afetar sites brasileiros. O principal efeito seria a retirada de conteúdos de sites do País caso eles estivessem hospedados em hosts americanos. Mas as consequências, muito mais do que isso, seriam mundiais. É o que apontaram dois especialistas em direito digital, Coriolano Camargo e Renato Opice Blum.



A legislação, que vem causando rebuliço nos Estados Unidos, pode ter mais pontos polêmicos do que os apresentados até agora. “Um deles é a possibilidade de retirar o conteúdo online de sites estrangeiros, inclusive brasileiros, suspeitos de violarem os direitos de autor sem que seja necessária uma ordem judicial”, afirmou Camargo. “Plataformas de blog, como WordPress, podem ser bloqueadas acusadas de quebra de patente de software, assim milhares de sites sairiam do ar, mesmo aqueles hospedados em host próprios. Comenta-se o temor de que como mais da metade da espinha dorsal da internet está em território americano, as consequências poderão, se aprovadas, afetar toda a internet mundial.”

O adiamento dos projetos pode indicar uma tendência de que eles não serão aprovados. “Já existem legislações suficientes para trazer os efeitos da Sopa. A diferença é que, atualmente, para você desligar um site você precisa da ordem de um juiz. A Sopa primeiro desliga o site e depois discute uma ordem judicial. Isso pode trazer um problema muito grande para os princípios judiciais, que podem intervir na liberdade de expressão.” E continua: “acho que o Sopa não vai vingar, e, se passar, o supremo declarará inconstitucional.”



Por aqui existe uma lei similar a em vigor nos Estados Unidos: a lei de direitos autorais permite que um juiz brasileiro mande desligar um link caso entenda que ele distribui conteúdo pirata.



Outro ponto discutido é o bloqueio de pagamentos online aos sites que são considerados suspeitos de ajudar na distribuição deste tipo de conteúdo. De acordo com Camargo, no Brasil, as autoridades acreditam que existe grande quantidade de empresas fantasmas da internet que vendem produtos e não entregam. “Neste segmento a fiscalização online de companhias fantasmas é uma realidade. A parceria de organizações de geração de conteúdo e de acesso à internet no Brasil e no exterior é de fundamental importância.”



Mas será que a Sopa/Pipa têm um lado bom? “Sim, ele já existe. Não precisamos da Sopa, a proteção aos direitos autorais está presente. O lado bom seria trazer a discussão de que o direito autoral existe. Temos que privilegiar as inovações e não podemos liberar geral. Ninguém é filantropo”, encerrou Blum.

Novo site do Megauploads é falso e usuário pode ter dados roubados, diz Eset


O retorno do Megauploads ao ar é uma farsa. A afirmação foi feita por de Camillo Di Jorge, country manager da Eset no Brasil, que a pedido do IT Web avaliou o endereço de IP que alegava ser o retorno do site de compartilhamento de arquivos de mídia. De acordo com o executivo, a página que indica a continuidade das atividades é, na verdade, um ataque em potencial.



“Esse IP é da Holanda na qual o site não está funcional. Você pode entrar no site, ele pode descarregar alguma coisa na sua máquina e ele pode virar uma rede zumbi. É forma de sequestrar uma máquina”, alertou.



“O Megaupload fechou e ponto. Imaginamos que além desse ataque em potencial, que simula o retorno do site, vai surgir uma onda de pedidos de número de cartões de crédito e outros golpes financeiros, como forma de se aproveitar dessa situação”, disse.



Na noite de quinta-feira, o FBI fechou o Megaupload e prendeu seus fundadores e empregados, acusados de participarem de um esquema de violação de direitos autorais. De acordo com o juiz americano que liberou a ordem, o grupo lesou os detentores de direitos autorais em US$ 500 milhões. Além das prisões, foram apreendidos 18 domínios associados à marca, reportou a imprensa internacional.



Na sequência, o grupo Anonymous afirmou ter derrubado o site do FBI, do Departamento de Justiça americano e do Universal Music Group, em protesto à ação. Menos de 24 horas depois, informações divulgadas na internet davam conta que o Megaupload voltara a funcionar nesta sexta-feira (20/01). O site, porém, não tinha um domínio, apenas um endereço de IP.



Na página inicial uma mensagem alertava “não temos um domínio por enquanto, apenas este endereço de IP (http://109.236.83.66) cuidado com os sites de pishing!”. E continuava. “Este é o novo Megaupload! Estamos trabalhando para voltar. Compartilhe o novo endereço no Facebook e no Twitter!”.



“Um usuário que fizer o acesso pode ser víima. O site fechou e não volta mais. Seus donos foram presos e qualquer ação nesse sentido, com certeza é uma ação é duvidosa”, disse

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